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Ciência

Universidade dos EUA descobre que maconha combate covid e importação dispara no Brasil

Estudo revela que componentes da maconha conhecidos como ácidos canabinóides podem bloquear a entrada do vírus nas células humanas

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Cannabis / Yellow2j

Observadores da cena política em Brasília acreditam que o projeto que legaliza o plantio de cannabis sativa será finalmente votado na Câmara dos Deputados neste ano. O projeto tramita desde 2015 e prevê o cultivo da erva para fins medicinais. E o momento não poderia ser mais propício. Nesta semana, pesquisadores da Universidade Estadual do Oregon, nos Estados Unidos, anunciaram que componentes da maconha conhecidos como ácidos canabinóides podem bloquear a entrada do vírus nas células humanas. O estudo foi feito em laboratório e deve avançar para outras fases nos próximos meses.

E a importação de medicamentos à base de cannabis foi recorde. No ano passado, o Brasil importou perto de US$ 14 milhões. Em 2020, o País havia comprado US$ 12 milhões em remédios para controle de doenças neurodegenerativas como esclerose múltipla, epilepsia, esquizofrenia e Parkinson. O canabidiol também é indicado no tratamento de insônia, ansiedade, depressão, estresses pós-traumáticos, e para tratamento de dores crônicas como a artrite e de incômodos causados pelo câncer.

Ao todo, sete medicamentos têm autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para venda no Brasil. E, desde 2019, eles já podem ser vendidos em farmácias. Os maiores fornecedores são Índia, Estados Unidos e Reino Unido. Economistas ouvidos pelo site Metrópoles no ano passado estimaram que a liberação para o plantio da maconha reduziria o custo para os pacientes e permitiria uma arrecadação de até R$ 13 bilhões em impostos.

Desde o ano passado, o Hospital da Saúde Mental da USP, em Ribeirão Preto, abriga o primeiro centro de estudos especializado em medicamentos com canabidiol do País. O investimento foi de R$ 13 milhões em obras, compra de equipamentos e gastos iniciais com folha de pagamento e bolsas de estudo.

Prepare o bolso porque...

A forte estiagem na primavera e a onda de calor extremo desta semana em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul provocarão perdas estimadas em até R$ 10 bilhões. Os maiores prejuízos serão na soja e no milho. Maior produtor de feijão do Brasil, o Paraná contabiliza perdas de até 55% nas plantações do grão no oeste do Estado.

...o clima vai derrubar...

A chuva sem precedentes e os alagamentos no cruzamento dos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia (Matopiba) também provocará estragos nas lavouras de grãos.

...a produção de alimentos

Embora o IBGE tenha afirmado nesta semana que a safra será recorde em 2022, a expectativa de lideranças do setor é que o Brasil colherá ainda menos grãos que em 2021, que já tinha sido pior que 2020...

Mas, relaxe...

A conjunção de inverno muito frio e, agora, sol forte maturaram uma ótima safra de uvas no Rio Grande e em Santa Catarina. E o espetáculo da vindima (colheita) já mobiliza milhares de famílias nos parreiras dos dois estados. A expectativa das grandes cooperativas da Serra Gaúcha é de uma safra memorável de vinhos e espumantes...

Filosofia do campo:

“Quem anda no trilho é trem de ferro, eu sou água que corre entre pedras”, Manoel de Barros (1916/2014), poeta mato-grossense.

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