Paraisópolis faz aniversário e promove semana de celebração

Comemoração de 101 anos da segunda maior favela de SP vai até dia 18 de setembro

Para ajudar a combater a fome nas favelas, o G10, bloco de líderes e empreendedores que atua nas grandes comunidades do país, lançou a campanha "Favela é Agro"

Vista da favela de Paraisópolis. | Eduardo Knapp/Folhapress

A favela de Paraisópolis, em São Paulo, celebra o aniversário de 101 anos, que vai até o dia 18 de setembro. Para comemorar mais um ano de existência, a favela, que fica na zona sul da Capital, conta com a mobilização espontânea de algumas entidades sociais locais que promovem a semana Paraisópolis como: CUFA Paraisópolis Central Única das Favelas – CUFA, Associação Pró-Paraíso – , Associação Palmeirinha, Praça da Cidadania, Galeria Fotográfica Beco Visceral, PIM – Projeto Periferia Inventando Moda, Tênis na Rua, Batukebrada, Instituto Brazolin, Graded School of Américas e Geração Portela. A celebração é um momento para mostrar todo o talento e capacidade de produção cultural, esportiva, artística e social das entidades atuantes nesta favela que já supera os 100 mil habitantes, considerada a segunda maior favela de São Paulo e a quinta maior maior do Brasil.

Lei do auxílio alimentação e do home Office

O presidente Bolsonaro sancionou, com vetos, a lei 14.442/22, que converte em lei a Medida Provisória 1108, alterando regras do auxílio alimentação e regulamenta o teletrabalho (home office). As medidas que já estavam em vigor, passaram por algumas alterações em sua aprovação. Contudo, ponto de destaque da sanção foi o veto à possibilidade de o trabalhador sacar o saldo não utilizado do auxílio alimentação em dinheiro depois de 60 dias do remédio. Esse ponto tinha forte resistência do setor de bares e restaurantes. O objetivo da medida original em relação ao auxílio alimentação é limitar seu uso para a compra de refeições ou alimentos no comércio. Por isso, pune com multas de R$ 5 mil a R$50 mil as fraudes referentes ao tema. Além disso, proíbe as fornecedoras dos cartões de negociarem descontos com as empresas e cobrarem taxas abusivas dos comerciantes para compensarem essa diferença.

 

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