Caro(a) Leitor(a), nem bem terminamos de desmontar a árvore de natal e limpar a casa,depois da festa de reveillon, e elas já batem à nossa porta.
O pesadelo anual de milhões de famílias brasileiras. As conhecidas contas de início de ano!
Normalmente são estas: IPTU, IPVA, gastos escolares (rematrícula, material didático e uniformes) e, claro, as dívidas que foram feitas no final de 2020.
Parece que o mundo vai desabar em forma de boletos bancários sobre nossas cabeças.
Então, já que não temos como escapar destas despesas, temos que nos preparar durante todo o ano, para que estas contas impactem o mínimo possível nossas emoções, bem como nossas finanças.
Como são despesas anuais recorrentes, o importante é se planejar, como por exemplo:
Sabendo-se o montante que estas contas representam, divida-o por 12 e guarde mensalmente 1/12avos deste valor, para que no final do ano, você tenha poupado o equivalente ao total das despesas;
Utilize seu 13º salário de maneira estratégica, evitando gasta-lo somente em consumo, resistindo às tentações e promoções de final de ano;
Algumas pessoas têm condições de auferir renda extra, principalmente, a partir do mês de outubro,conseguindo serviços temporários, produzindo artigos de natal ou mesmo vendendo alimentos produzidos em casa;
Uma estratégia que se pode utilizar nestes períodos, mas que requer muita disciplina em sua reposição, é a utilização de parte da reserva emergencial familiar para liquidar à vista as contas de início de ano, porém, assim como citado, a disciplina precisa ser muito grande para repor todo o valor utilizado. Sem dúvida uma estratégia de risco.
Muito importante também é avaliar as prioridades familiares, direcionando recursos para suprir gastos essenciais e indispensáveis à família.
Portanto, para quem acompanha a coluna, tem conhecimento que o planejamento financeiro familiar e pessoal é, sem dúvida, fundamental para que tais despesas sejam superadas com maior tranquilidade, de forma estruturada, sem causar desequilíbrio nas contas da família, ou mesmo tendo que recorrer à recursos de terceiros.
Pense nisto…
Sérgio Biagioni Junior é Planejador Financeiro Pessoal, formado em Adm de Empresas, Pós Graduado em Banking, MBA em Controladoria e Custos e Pós Graduado na PUC-RS em Planejamento Financeiro e Finanças Comportamentais. Certificado CEA-Anbima.
