Polícia Civil realiza operação contra pornografia infantil

Polícia Civil realizou operação para prender suspeitos envolvidos em crimes de abuso sexual contra crianças e adolescentes Da Reportagem De São Paulo

Policiais Civis realizaram uma operação na manhã desta quinta-feira (28) para prender suspeitos envolvidos em crimes de abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes na internet. A ação faz parte da 4º fase da operação nacional “Luz na Infância”, e está sob a responsabilidade do Ministério da Justiça. No Estado de São Paulo foram cumpridos 92 mandados de busca e apreensão, e ao menos 54 pessoas foram presas até o fim da manhã de ontem.

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As prisões aconteceram em Campinas, Holambra e Nazaré Paulista, no interior paulista. Em Jundiaí e Valinhos houve busca e apreensão. Os suspeitos encontrados com o material ilícito foram presos em flagrante. Os materiais apreendidos e os presos foram levados para o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), na capital paulista.

Pelo País

A operação ocorreu nos 26 estados e no Distrito Federal e buscou cumprir 266 mandados de busca e apreensão de conteúdos digitais relacionados com a pedofilia.

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Cerca de 1.500 policiais cumpriram os mandados expedidos pela Justiça.

De acordo com a pasta chefiada pelo ministro Sérgio Moro, os suspeitos foram identificados após uma varredura feita por técnicos do Laboratório de Inteligência Cibernética da Secretaria de Operações Integradas.

“O conteúdo com indícios suficientes de autoria e materialidade delitiva foi repassado às polícias civis – em especial, delegacias de proteção à criança e ao adolescente e de repressão a crimes informáticos. Por sua vez, as delegacias instauraram inquéritos policiais e solicitaram ao Poder Judiciário a expedição dos mandados de busca e apreensão”, informou o ministério por meio de nota. A pena para quem armazena conteúdo de pedofilia varia entre 1 e 4 anos de prisão, de 3 a 6 anos de prisão por compartilhar e de 4 a 8 anos de prisão por produzir material relacionado aos crimes de exploração sexual.*

EUA colaboram com operação

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A ação é decorrente de cooperação mútua entre a diretoria de Inteligência e a diretoria de Operações, ambas vinculadas à secretaria. Houve também colaboração da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil, por meio da Adidância da Polícia de Imigração e Alfândega, em Brasília, que ofereceu cursos e capacitações que subsidiaram as quatro fases da operação. Na terceira fase da operação, a investigação apontou alvos internacionais com ajuda de autoridades da Argentina. Desde outubro de 2017, foram cumpridos 157 mandados e presos 112 abusadores.**


*Com informações da Folhapress
**Com informações da Agência Brasil