Brasil usou só 33% da verba enviada para Amazônia

Do total de US$ 1,2 bi recebido pelo Brasil da Noruega e da Alemanha para redução do desmatamento, apenas US$ 394 milhões foram efetivamente repassados pelo governo brasileiro para os projetos aprovados. Mesmo com a transferência de recursos aquém do esperado, a Amazônia gerou as maiores reduções nas emissões de gases de efeito estufa do mundo entre 2014 e 2018. Nos últimos 30 meses do governo de Dilma Rousseff e nos 30 meses de Michel Temer as taxas de desmatamento caíram 72% nesse bioma. Os dados foram publicados na revista “Climate” Policy no final de julho.

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Segundo os autores do estudo científico chancelado pela USP (Universidade de São Paulo), a falta de capacidade técnica dos agentes governamentais foi uma das principais causas para o baixo índice na liberação da verba. O gestor dos recursos vindos da Europa é o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

Apesar dos problemas na transferência dos recursos, o Brasil foi o país que mais avançou na implementação do programa REDD+ (Reducing Emissions from Deforestation and Forest Degradation) dentre as 100 nações aptas a receber esse dinheiro.

A prioridade dada ao Brasil se justifica pelo fato de o País monitorar o desmatamento através de satélites coordenados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), tão criticado recentemente por Jair Bolsonaro e pelo ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. No dia 27, Bolsonaro disse que busca parcerias, em especial com os EUA, para exploração da Amazônia.

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Maconha do bem.
Novo estudo pulicado na revista Progress in Neuro-Psychopharmacology and Biological Psychiatry comprovou que o canabidiol diminui a agressividade induzida pelo isolamento social. O trabalho foi feito em camundongos por pesquisadores da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto. Extraído da maconha, o canabidiol não produz dependência.

Maconha, não!
No dia 31, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária realizou audiência pública para debater a liberação do plantio da cannabis sativa para fins medicinais. A Anvisa tem até o próximo dia 19 para se decidir. Porém, o ministro da Cidadania, Osmar Terra, ameaçou fechar a Agência caso a cannabis seja liberada.

Tabaco pode.
O Ministério da Agricultura projeta crescimento de 14,6% na produção de tabaco no Brasil nos próximos dez anos. A previsão consta do documento Projeções do Agro, divulgado na virada do mês.

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SP tem tainha na brasa…
Em todos os finais de semana até o próximo dia 25, acontece na Ceagesp o 4º Festival da Tainha na Brasa no Pátio do Pescado, na rua Xavier Kraus, portão 15, com entrada exclusiva. A inspiração do evento vem das festas tradicionais nos litorais paulista e catarinense, em que o peixe é o prato principal.

…como no litoral paulista.
Uma porção para duas pessoas custa R$ 59,90 e contém a tradicional tainha na brasa preparada à moda do litoral com acompanhamentos como arroz, farofa e vinagrete. O Festival acontece aos sábados das 12 às 21 horas e aos domingos das 12 às 20 horas.

Filosoia do campo:
“Uma eleição é feita para corrigir o erro da eleição anterior, mesmo que o agrave”, Carlos Drummond de Andrade (1902-1987), poeta mineiro.