Três acusados pela morte da cabeleireira Ana Beatriz Lucas, de 24 anos, em 27 de dezembro de 2018, serão julgados no Tribunal do Júri de São Paulo, mas a data do julgamento ainda não foi marcada – uma vez que ainda cabe recurso por parte das defesas dos réus. O crime aconteceu em Osasco, na Grande São Paulo.
De acordo com o processo, Taylon Patrick Ferreira Campos foi contratado por Jefferson de Lima Silva e pelo filho dele, José Maria da Silva Netto, para cometer o crime e simular um latrocínio (roubo seguido de morte).
Campos foi preso durante a investigação, mas Jefferson e Netto estão foragidos. Segundo a denúncia do Ministério Público (MP), Taylon Patrick iria receber R$ 3 mil pelo crime.
Ainda segundo o MP, além da cabeleireira, outras duas pessoas estavam no salão, e o assassino pediu que a vítima cortasse o cabelo dele. Após o corte, ele simulou um roubo e recolheu aparelhos celulares e uma quantidade em dinheiro.
Os clientes foram amarrados com cadarços de sapatos, mas a cabeleireira foi levado para outro ambiente e estava sendo ameaçada de morte. O criminoso pediu para Ana Beatriz mostrar o cofre do salão – mas o estabelecimento não tinha um cofre.
Diante da situação, ele foi atingida por um tiro na boca.
A juíza narra que o dono do salão suspeitava que a mulher dele teria um relacionamento amoroso com a vítima, e, por esse motivo, resolveu matar a
cabeleireira. (GSP)