A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a circulação do azeite extra virgem Ouro Negro, do sal do Himalaia da marca Kinino e do “Chá do Milagre”.
As medidas foram publicadas no Diário Oficial da União desta segunda-feira (20/10). Entenda os motivos da proibição a seguir:
Azeite
O azeite extra virgem Ouro Negro apresenta uma irregularidade em seu rótulo, no qual informa que é importado pela Intralogística Distribuidora Concept Ltda.
Mas o CNPJ dessa empresa está suspenso na Receita Federal, o que motivou a proibição da comercialização, distribuição, fabricação, importação, divulgação e consumo do produto.
Sal do Himalaia
A Anvisa proibiu a circulação de 13 lotes do Sal do Himalaia Moído, de 500 gramas, da marca Kinino, após a própria empresa identificar irregularidades no produto.
O Instituto Adolfo Lutz encontrou, em análise, teor de iodo abaixo do permitido na legislação.
Confira os lotes suspensos:
- MAR 257 1
- MAR 257 2
- MAR 257 3
- MAR 257 4
- MAR 257 5
- MAR 257 6
- MAR 257 7
- MAR 257 8
- MAR 257 9
- MAR 257 10
- MAR 257 11
- MAR 257 12
- MAR 257 13
Chá do Milagre
Em relação ao “Chá do Milagre”, a Anvisa proibiu sua circulação porque desconhece a composição, a classificação e a empresa responsável pela fabricação do produto.
Além disso, o chá foi divulgado como produto medicinal com alegações de emagrecimento, combate à ansiedade e insônia, prevenção de câncer e efeito estimulante sexual, tipo de associação proibida para alimentos e chás.
Em julho, a Anvisa também retirou de circulação o Xarope da Vovó, além de outros cinco produtos relacionados à saúde e à alimentação.
