A adesão à CNH Digital superou 2 milhões de pedidos no início de 2026, mas a conversão em documentos avançou lentamente; cerca de 25 mil habilitados nas primeiras semanas de março, após números iniciais modestos em fevereiro.
O governo registra mais de 500 mil emissões até meados de março, sem confirmar gargalos operacionais ou paradoxo nacional, apesar do reforço na fiscalização digital e multas localizadas.
O custo da irregularidade
Sob o rigor do Artigo 162 do CTB, dirigir sem habilitação é infração gravíssima com multa multiplicada para R$ 880,41.
Se por um lado o valor engorda o caixa de estados e municípios, por outro cria um passivo jurídico que trava o licenciamento de veículos.
Para analistas, o cenário indica que o entrave à regularização vai além do custo; reside na burocracia do exame prático e na persistente cultura da impunidade.
Fiscalização eletrônica eleva cerco a condutores
Embora as taxas mais baixas e a simplificação de processos tenham facilitado o acesso à CNH em 2026, não há evidências de que o barateamento tenha erradicado a direção informal.
A fiscalização eletrônica e blitze integradas foram aprimoradas com tecnologias como tecnologias inteligentes, elevando os riscos jurídicos e financeiros de direção irregular, mas sem dados confirmados de “salto nas autuações” ou declarações específicas de especialistas nesse contexto.
