Congonhas muda as regras para táxis aéreos e jatos: veja o que a Anac exige para barrar o mercado ilegal de voos

Anac exige contratação prévia de serviços em solo para coibir fraudes em slots e organiza o espaço aéreo no aeroporto central de São Paulo

A medida será aplicada somente à conclusão de voos que já estavam previstos para o mesmo dia.

A medida será aplicada à voos particulares e jatinhos/ Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

A Agência Nacional de Aviação (Anac) restringiu novas regras para alocação de pousos e decolagens no Aeroporto Nacional de Congonhas, em São Paulo.

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Nas novas regras, os operadores de aviação geral — como serviço de táxi aéreo e jatos executivos — terão que contratar um provedor de serviços de base fixa (FBO, em inglês) antes de solicitar horários de operação, ou seja, a contratação antecipada de serviços de apoio em solo.

A medida, segundo o órgão, “busca combater o mercado paralelo de slots (decolagens) no aeroporto, estabelecendo regras mais rigorosas para a atuação de operadores de táxi aéreo e de aeronaves privadas”.

O diretor-presidente da Anac, Tiago Faierstein, afirmou que a agência vai acompanhar e fiscalizar a medida para combater o comércio paralelo.

“Na prática, as novas regras também restringem as condições de utilização de Congonhas pela aviação geral, ao exigir maior planejamento e comprovação prévia da estrutura necessária para cada operação”, explica Faierstein.