Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande adiam volta das aulas presenciais

As quatro prefeituras alegam dificuldades financeiras e problemas estruturais nas escolas que inviabilizariam a retomada das atividades da rede municipal

A Prefeitura de Ribeirão Pires, por exemplo, argumenta que são necessárias adequações na rede que já estão em andamento

A Prefeitura de Ribeirão Pires, por exemplo, argumenta que são necessárias adequações na rede que já estão em andamento | /Divulgação/PMRP

As prefeituras de Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra, todas na região do ABC Paulista, decidiram adiar o retorno das aulas presenciais nas escolas municipais para abril. Inicialmente, a volta gradativa estava prevista para 1º de março.

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A decisão foi tomada durante reunião no Consórcio Intermunicipal, realizada na última terça-feira (9), e não foi acompanhada pelas prefeituras de Santo André, São Bernardo e São Caetano, que mantiveram o retorno para março.

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As quatro prefeituras alegam dificuldades financeiras e problemas estruturais nas escolas que inviabilizariam a retomada das atividades da rede municipal. No ensino particular, o retorno está mantido para o próximo dia 18.

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A Prefeitura de Ribeirão Pires, por exemplo, argumenta que são necessárias adequações na rede que já estão em andamento, incluindo a reforma estrutural das unidades de ensino, que começaram na primeira semana de janeiro, e a aquisição de insumos e materiais de proteção em atendimento aos protocolos sanitários e de segurança estabelecidos pelo Plano São Paulo.

Em entrevista concedida ao “Repórter Diário” publicada no site da Prefeitura de Diadema, a secretária de Saúde Ana Lúcia Sanches disse que faltam condições para o retorno às aulas presenciais. “As condições atuais indicam que precisamos de um pouco mais de tempo. Eventualmente, nossa volta não seja agora em março, talvez precisaremos de mais um mês”, afirmou a chefe da pasta, ressaltando que 13 escolas da rede estão sem água, luz ou gás.