Na última sexta-feira o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), informou que a região metropolitana do Estado será dividida em cinco microrregiões. Essas regiões serão analisadas e terão datas próprias para o retorno gradual da economia.
“Considerando a complexidade, o seu tamanho e a disposição de prefeitos e prefeitas da região metropolitana, agora teremos cinco regiões de saúde. Com essa divisão, será possível ter uma análise mais precisa de critérios técnicos de saúde, classificação de fases de retomada consciente da economia e a definição apropriada para a região metropolitana”, afirmou Doria.
O governo estadual dividiu a região em cinco grupos: Norte, Leste, Sudeste, Sudoeste e Oeste.
PRESSÃO.
Chefes municipais de diversas cidades da Grande São Paulo se juntaram e foram ao Palácio dos Bandeirantes na quinta-feira (28). O objetivo era pedir uma nova análise da situação de flexibilização das cidades. Os prefeitos juntaram inúmeras alegações e apresentaram ao secretário estadual de Desenvolvimento Regional, Marco Vinholi.
A classificação das cidades é realizada baseada nos índices de isolamento social, disponibilidade de leitos de enfermaria e de UTI. A maioria das cidades da Grande SP que foram proibidas possui um índice de isolamento acima de 50%. Mesmo assim é menor que o recomendado, de 70%.
Mesmo com o índice abaixo do recomendado, os prefeitos do consórcio Intermunicipal do Grande ABC propuseram uma separação da região metropolitana de São Paulo. Com a divisão proposta, a região ficaria em seis microrregiões, com o ABC incluso em uma delas. Se aprovada, as cidades poderiam realizar a flexibilização a partir de segunda-feira, pois os representantes alegam que o índice de ocupação de leitos no ABC está melhor que a Capital.
As cidades que não haviam sido autorizadas a realizar o retorno gradual são da Grande São Paulo, Baixada Santista e Registro.
(GSP)
