O Metrô de São Paulo mantém, durante o Agosto Lilás de 2026, espaços de atendimento para mulheres vítimas de violência. A iniciativa funciona em parceria com a Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania e integra a rede de proteção da capital paulista.
Onde ficam os postos de atendimento do Metrô de São Paulo
Os Postos Avançados de Apoio à Mulher funcionam em duas estações do Metrô de São Paulo. Um deles está na estação Luz, da Linha 1-Azul. O outro fica na estação Santa Cecília, da Linha 3-Vermelha.
Os locais funcionam de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. Segundo a Prefeitura de São Paulo, os postos oferecem orientação e possíveis encaminhamentos para a rede de enfrentamento à violência contra a mulher.
Desde janeiro de 2026, quase 300 atendimentos foram realizados nos dois espaços. O serviço atende mulheres que precisam de informações sobre situações de violência e sobre os serviços disponíveis na cidade.
Atendimento pode resultar em encaminhamento
As equipes realizam atendimento especializado e orientam as mulheres sobre diferentes formas de abuso. Quando necessário, o caso pode ser encaminhado para outros equipamentos da rede municipal.
Entre as opções está a Casa da Mulher Brasileira. O espaço oferece atendimento integral para mulheres em situação de violência doméstica e familiar. A unidade funciona 24 horas e reúne serviços de diferentes áreas.
Violentômetro ajuda a reconhecer sinais de violência
Os postos também disponibilizam o Violentômetro. A ferramenta apresenta diferentes níveis de violência e ajuda a identificar comportamentos que podem indicar uma situação de abuso.
O recurso pode auxiliar mulheres que ainda têm dúvidas sobre o que estão vivendo. A identificação de sinais também pode facilitar a procura por orientação e pelos serviços de proteção.
A violência contra a mulher pode assumir diferentes formas. A Lei Maria da Penha reconhece, entre outras, as violências física, psicológica, sexual, patrimonial e moral.
Agosto Lilás marca 20 anos da Lei Maria da Penha
O Agosto Lilás reforça as ações de prevenção e enfrentamento da violência doméstica e familiar. Em 2026, a mobilização ocorre no ano em que a Lei Maria da Penha completa duas décadas.
A legislação prevê medidas para proteger mulheres em situação de violência. Entre elas estão o afastamento do agressor do lar e a proibição de contato com a vítima.
A lei também permite encaminhar a mulher e seus dependentes para programas de proteção ou atendimento. As medidas podem ser aplicadas de acordo com os riscos identificados no caso.
Rede de proteção oferece outros serviços em São Paulo
Além dos postos nas estações, São Paulo possui outros equipamentos voltados ao atendimento de mulheres. A rede municipal reúne serviços de orientação psicossocial, assistência social e apoio jurídico.
A Casa da Mulher Brasileira é um dos principais equipamentos. O local conta com atendimento psicológico, social e jurídico, além de serviços ligados à segurança e à Justiça.
Assim, os postos do Metrô de São Paulo funcionam como uma porta de entrada para mulheres que precisam conhecer seus direitos ou localizar um serviço especializado. O atendimento pode orientar cada caso conforme a necessidade apresentada.
