Estelionato e furto de carros são alvos de operação em cidades de SP

Além de cidades como Embu das Artes e Campinas, ação também foi realizada em outros quatro estados do País; operação investiga uma quadrilha responsável por crimes de estelionato, receptação, furto de cargas e falsificação de documentos

Operação da Polícia Civil de Campinas, apreendeu carro de luxo em Sumaré, no interior de SP

Operação da Polícia Civil de Campinas, apreendeu carro de luxo em Sumaré, no interior de SP | Denny Cesare/Código 19/Folhapress

A Polícia Civil de Campinas iniciou na manhã desta segunda-feira a segunda fase da Operação Invoice, para cumprir mandados de prisão de busca e apreensão em cinco estados do Brasil. Além de cidades do estado de São Paulo, como Cotia, Embu das Artes e Sumaré, a ação policial foi realizada em municípios de Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Rio de Janeiro. A operação investiga uma quadrilha responsável por crimes de estelionato, receptação, furto de cargas e falsificação de documentos.

Continua após a publicidade

Segundo a Polícia Civil de Campinas, até o começo da tarde, a ação havia sido cumpridos 21 mandados de busca e apreensão e 13 de prisão. Ao todo, 103 policiais atuaram na operação.

Em Sumaré, a polícia apreendeu um veículo com um dos investigados. Outro carro, um modelo Mercedes-Benz GLA 200, também foi apreendido, mas a corporação não informou o local. O nome da operação, “Invoice”, é uma referência ao significado da palavra na língua inglesa, que quer dizer “nota fiscal”.
Todos os presos foram encaminhados para a sede da DIG de Campinas, onde também fica localizada a unidade do Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado (Deic) no município.

Investigação.

Continua após a publicidade

A primeira fase da Operação Invoice foi deflagrada no dia 27 de abril. Na ocasião, foram cumpridos cinco mandados de prisão e 26 de busca e apreensão em nove cidades de São Paulo e Minas Gerais. No mesmo dia, um homem apontado como chefe de uma quadrilha de estelionatários que atuava nos dois estados, por meio de redes sociais e sites de compra, foi preso.

Os golpes eram aplicados há cerca de um ano, e o prejuízo gerado às empresas foi calculado pela polícia em R$ 5 milhões. O delegado responsável pelo caso, José Carlos Fernandes, afirmou à época ao “G1” que o suspeito tinha um grupo no Whatsapp e fazia encomendas para outros estelionatários. Pegava os produtos e revendia por um preço mais barato na internet.