Herança de R$ 5 milhões pode ir parar nas mãos de Suzane von Richthofen

Morte sem testamento abre disputa judicial por patrimônio milionário

Ausência de testamento coloca Suzane entre possíveis herdeiros

Ausência de testamento coloca Suzane entre possíveis herdeiros | Reprodução Tv Record

A possibilidade de Suzane von Richthofen receber uma herança estimada em R$ 5 milhões voltou ao centro das atenções após a morte de um tio, ocorrida no início de janeiro, em São Paulo.

Sem deixar testamento, o patrimônio do familiar agora será partilhado conforme as regras da sucessão legal, o que abre espaço para disputas judiciais.

O homem, de 76 anos, foi encontrado morto em casa no bairro do Campo Belo. A causa da morte foi registrada como indeterminada e segue sob apuração.

Sem filhos, pais ou irmãos vivos, ele deixou bens avaliados em milhões, incluindo imóveis e aplicações financeiras.

Com a ausência de um testamento, a legislação prevê que sobrinhos podem ser incluídos como herdeiros, cenário que coloca Suzane entre os possíveis beneficiários.

A situação, no entanto, ganhou novos contornos com a entrada de uma mulher que afirma ter mantido uma relação estável de mais de uma década com o falecido e busca reconhecimento judicial para participar do inventário.

A disputa já provocou conflitos antes mesmo da abertura formal do processo sucessório. Há divergências envolvendo o acesso ao imóvel onde o homem vivia e a liberação de pertences, o que levou as partes a recorrerem à Justiça.

Suzane, que já constituiu defesa, afirma que pretende garantir judicialmente a parte que considera devida a ela e ao filho.

O caso reacende debates jurídicos e públicos, especialmente porque, anos atrás, o mesmo familiar havia tentado impedir que ela tivesse acesso à herança deixada pelos pais.

Agora, caberá à Justiça definir quem terá direito aos bens, avaliando tanto o grau de parentesco quanto a eventual comprovação de união estável. Até lá, o patrimônio permanece sob disputa e o inventário segue sem definição.