Justiça revoga prisão domiciliar e tornozeleira eletrônica de “Japa do PCC”, integrante do Comando

Karen Moura Tanaka Mori estava presa desde fevereiro de 2024 por lavagem de dinheiro

"Japa do PCC" no entanto deverá entregar o passaporte e continuar se apresentando mensalmente à Justiça / Reprodução

"Japa do PCC" no entanto deverá entregar o passaporte e continuar se apresentando mensalmente à Justiça / Reprodução

Karen de Moura Tanaka Mori, conhecida como “Japa do PCC”, teve prisão domiciliar e tornozeleira eletrônica revogadas pela Justiça de São Paulo.

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Na decisão da juíza Paula Regina Schempf Cattan, publicada na terça-feira (28/7), a “Japa do PCC” não poderá sair do estado de São Paulo sem autorização judicial e deverá entregar o seu passaporte. A mulher também deve permanecer com o comparecimento mensal à Justiça.

A magistrada afirmou ainda na decisão que as medidas cautelares durante a investigação que não foi concluída entende-se como uma “punição antecipada”.

Prisão de “Japa do PCC”

Karen foi presa por lavagem de dinheiro em 2024 com mais de R$ 1 milhão e US$ 50 mil no litoral de São Paulo. De acordo com a Polícia Civil, ela teria assumido os negócios do marido, Wagner Ferreira da Silva, o “Cabelo Duro”, líder do PCC que foi executado durante guerra interna da facção em 2018.

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Ainda de acordo com o órgão, a “Japa do PCC” atuava na lavagem de dinheiro da organização, em cidades como Santos, Cubatão e Guarujá, na Baixada Santista, e também na cidade de São Paulo.

Para lavar o dinheiro da facção, ela usaria comércios na área da beleza, de imóveis, e uma empresa do seu irmão, segundo a Polícia Civil.