Em defesa do meio ambiente, jovens e ativistas de diversas partes do mundo se uniram na greve mundial pelo clima, na sexta-feira, para cobrar medidas emergenciais contra o aquecimento global. As manifestações ocorreram em mais de 130 países, entre eles Estados Unidos, Alemanha, Grécia, Japão, Austrália e Brasil. Em São Paulo, a mobilização ocorreu em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp), na avenida Paulista.
Pelo menos 40 cidades brasileiras participaram das mobilizações, em Estados como Amazonas, Rio de Janeiro e Santa Catarina. No País, o protesto é pelo fim das queimadas na Amazônia.
As ações são organizadas pela Coalização pelo Clima, entidade que reúne mais de 70 organizações não governamentais (ONGs), como o Greenpeace.
Fridays for Future.
As mobilizações são inspiradas no movimento Fridays for Future (Sextas-feiras pelo Futuro), greve estudantil em favor da defesa do meio ambiente criada no ano passado por Greta Thunberg, uma jovem ativista sueca de 16 anos.
Em 2018, ela passou a protestar em frente ao parlamento de seu país contra as mudanças climáticas. E suas ações vêm conquistando o apoio de jovens de diversos países europeus.
Pelo Twitter, Greta acompanha as mobilizações mundiais realizadas nesta sexta-feira. Os eventos estão previstos para ocorrer
até o dia 27.
Nas redes sociais, outra jovem ativista também chama a atenção para a urgência de ações em prol do meio ambiente. Katie Eder, de 19 anos, é diretora executiva da Future Coalition (Coligação Futura), organização norte-americana que promove mudanças sociais e ambientais.
Esta é a terceira mobilização mundial pelo clima que conta com a participação brasileira. A primeira ocorreu em 15 de março e a segunda, em 24 de maio. (EC)
