Para reduzir os congestionamentos em São Paulo, a rede de semáforos da cidade passa por modernização. Além do trânsito, o foco é agilizar o reparo de eventuais panes nos aparelhos de sinalização.
Com atraso de cinco anos, a Prefeitura de São Paulo deu início à instalação da tecnologia em 2023 na área do rodízio de veículos, o Minianel Viário.
Os novos semáforos são chamados de “semáforos inteligentes” e já foram instalados em vias como as avenidas Pompeia e Doutor Arnaldo, na zona oeste da capital, e com uma placa de “Semáforo em modernização”.
O que é o semáforo inteligente?
Os novos semáforos são chamados de inteligentes porque funcionam sob demanda, ou seja, o tempo que o semáforo fica verde ou vermelho depende da quantidade de veículos na via naquele momento.
Automaticamente, ele se regula ao longo do dia para melhor gerência do fluxo de trânsito.
Ao contrário dos semáforos “antigos” que funcionam por tempo determinado.
Como funciona o semáforo inteligente?
As câmeras instaladas em pontos estratégicos dos cruzamentos calculam a quantidade de veículos. Em tempo real, um sistema transforma as imagens em dados.
Por meio de algoritmos, o sistema ajusta o tempo de abertura dos semáforos.
Por exemplo: se uma via estiver sobrecarregada em relação à outra de um mesmo cruzamento, a que tiver mais veículos ficará com um tempo maior de semáforo aberto, a fim de desafogar o fluxo e gerar fluidez no trânsito.
O sistema procura o conjunto semafórico com maior demanda e replica os ajustes aos demais.
O tempo de travessia para pedestres é fixo, preservando a segurança.
Novas instalações
Segundo a Agência Reguladora de Serviços Públicos do Município de São Paulo (SP Regula), os semáforos de todos os 2.586 cruzamentos do Minianel Viário serão trocados por novos até 2026.
O texto conta com informações dos portais ‘g1’ e ‘Uol’.
