Padre congolês de paróquia na zona leste de São Paulo está desaparecido há 18 dias

Apesar de ter comunicado que estava indo embora, Kolela teve seu desaparecimento registrado em um boletim de ocorrência feito no Rio de Janeiro

O padre de origem congolesa Quentin Venceslas Kolela, que atuava na Paróquia São Judas Tadeu, no Tatuapé, zona leste de São Paulo, está desaparecido há 18 dias. O caso foi registrado na polícia pela Congregação dos Agostinianos da Assunção, da qual ele era membro. 

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Antes de sumir, ele mandou uma mensagem pelo WhatsApp em que dizia que estava deixando à congregação e indo para outro lugar levando seus pertences. 

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Kolela foi visto pela última vez por volta das 11h15 do dia 3 de julho, quando saiu da casa paroquial para almoçar e não retornou, disse a paróquia em uma postagem nas redes sociais no último dia 15. 

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Desde então, a paróquia não tem mais informações sobre o paradeiro dele. 

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O padre Luís Gonzaga da Silva, superior geral dos Assuncionistas no Brasil, foi quem registrou o boletim de ocorrência, no Rio de Janeiro, onde é a sede da congregação. 

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A reportagem entrou em contato com a Polícia Civil do Rio de Janeiro, que disse por meio de nota que o caso foi registrado na DDPA (Delegacia de Descoberta de Paradeiros) e encaminhado à Polícia Civil de São Paulo, que dará seguimento às investigações. 

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A Secretaria da Segurança Pública paulista disse que não foi localizado ainda registro na Polícia Civil sobre o caso. 

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A Arquidiocese de São Paulo afirmou por meio de nota que “está em diálogo com a Congregação, solicitando informações e providências desta junto às autoridades públicas para compreender o que, de fato, ocorreu com o sacerdote”. 

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Até o momento, a Arquidiocese disse desconhecer as possíveis motivações do desaparecimento de Kolela.