PMs confundem agentes com criminosos e confronto deixa cinco baleados e um morto no Rio de Janeiro

Morte do subtenente ocorre menos de um ano depois da perda do irmão, que também era policial militar

De acordo com os relatos iniciais, os policiais do 18º BPM não sabiam que havia uma equipe do Bope na região/Reprodução/Redes Sociais

Seis policiais militares foram baleados durante um confronto entre equipes da própria Polícia Militar na manhã deste domingo (11/10), na comunidade Gardênia Azul, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro. Um dos agentes, o subtenente Gláucio Marcelo, do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais), morreu após ser atingido pelos disparos.

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Segundo as primeiras informações, o tiroteio envolveu policiais do 18º BPM (Jacarepaguá) e do Bope. As equipes teriam confundido os integrantes da outra corporação com criminosos ligados ao Comando Vermelho (CV), o que provocou a troca de tiros.

As circunstâncias do confronto ainda são apuradas pelas autoridades.

Como aconteceu o confronto entre os policiais

De acordo com os relatos iniciais, os policiais do 18º BPM não sabiam que havia uma equipe do Bope na região. Os agentes da unidade especializada estavam em uma viatura descaracterizada.

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Os integrantes do Bope, por sua vez, também teriam confundido os policiais do batalhão de Jacarepaguá com criminosos. A situação terminou em uma troca de tiros entre os próprios agentes, atingindo também uma viatura da Polícia Militar.

Além do subtenente Gláucio Marcelo, outros cinco policiais ficaram feridos. Quatro deles pertencem ao Bope e um ao 18º BPM.

Cinco policiais ficaram feridos

Os seis agentes foram levados inicialmente ao Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca. Segundo a direção da unidade, dois policiais precisaram ser transferidos para o Hospital Central da Polícia Militar.

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Outros três receberam alta ainda no domingo, após serem avaliados pela equipe médica.

Gláucio Marcelo era reconhecido entre os colegas pela experiência em operações especiais e costumava compartilhar registros relacionados ao trabalho nas redes sociais.

A morte do subtenente ocorre menos de um ano depois da perda do irmão, que também era policial militar. Ele morreu em outubro de 2025 durante a Operação Contenção, realizada nos complexos da Penha e do Alemão, na Zona Norte do Rio.

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O caso foi registrado inicialmente na 41ª DP (Tanque) e será encaminhado para a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), responsável pela investigação da morte do policial.