Porteiro desaparecido é encontrado morto

Um porteiro foi encontrado morto em um matagal de Valinhos, no interior de São Paulo, nesta sexta-feira. De acordo com o boletim de ocorrência, Daniel Carlos Gavioli de Lara, de 28 anos, havia saído para trabalhar em 7 de fevereiro em Jundiaí, quando desapareceu.

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No dia 7 de fevereiro, o homem saiu para trabalhar às 5h. Meia-hora mais tarde, Daniel recebeu uma ligação e disse que precisava resolver um problema em casa, e pegou o carro. O porteiro estaria com R$ 1.500, com a finalidade de pagar uma dívida bancária.

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Uma hora depois, o sistema de monitoramento de Jundiaí registrou o carro em uma avenida da cidade e, cinco minutos depois, o veículo passou no sentido contrário.

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A família disse que o rapaz não tinha problemas psicológicos e que mantinha uma relação tranquila com os familiares.

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O caso é apurado pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG) como morte suspeita.
(GSP)

Porteiro desaparecido é encontrado morto

EM JUNDIAÍ. De acordo com a Polícia Civil, o caso é apurado como morte suspeita

Polícia investiga morte de porteiro que desapareceu após sair do trabalho em Jundiaí, no Interior

Polícia investiga morte de porteiro que desapareceu após sair do trabalho em Jundiaí, no Interior | /reprodução Facebook

Um porteiro foi encontrado morto em um matagal de Valinhos, no interior de São Paulo, nesta sexta-feira. De acordo com o boletim de ocorrência, Daniel Carlos Gavioli de Lara, de 28 anos, havia saído para trabalhar em 7 de fevereiro em Jundiaí, quando desapareceu.

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No dia 7 de fevereiro, o homem saiu para trabalhar às 5h. Meia-hora mais tarde, Daniel recebeu uma ligação e disse que precisava resolver um problema em casa, e pegou o carro. O porteiro estaria com R$ 1.500, com a finalidade de pagar uma dívida bancária.

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Uma hora depois, o sistema de monitoramento de Jundiaí registrou o carro em uma avenida da cidade e, cinco minutos depois, o veículo passou no sentido contrário.

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A família disse que o rapaz não tinha problemas psicológicos e que mantinha uma relação tranquila com os familiares.

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O caso é apurado pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG) como morte suspeita.
(GSP)