Presidente da CPI chama filho mais novo de Bolsonaro de ‘marginal’

Jair Renan Bolsonaro visitou loja de armas e mandou 'recado' para a CPI

O presidente Jair Bolsonaro com o filhos Flávio, Carols, Eduardo e Renan.

O presidente Jair Bolsonaro com o filhos Flávio, Carlos, Eduardo e Renan. | REPRODUÇÃO/TWITTER

Os senadores da CPI da Covid reagiram ao vídeo de Jair Renan Bolsonaro, filho mais novo do presidente da República Jair Bolsonaro, no qual mostra armas de fogo e envia um “recado” para a CPI da Covid.

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O filho mais novo do chefe do Executivo postou em suas redes sociais um vídeo no qual afirma que está visitando uma loja de armas.

O presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD-AM), chamou o filho do presidente de “marginal”.

“Quem tem esse linguajar é marginal. É marginal que chama arma de fogo de brinquedo”, afirmou Aziz durante sessão do colegiado.

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Aziz ainda afirmou que teve uma conversa com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), que teria prometido que o Senado tomaria as medidas cabíveis.

“Hoje de manhã conversei com presidente Rodrigo Pacheco e ele pediu para transmitir essa mensagem. Disse que está 100% solidário à CPI, que esse tipo de absurdo não pode acontecer e que ele, como presidente do Senado, vai tomar todas as decisões cabíveis contra esse tipo de ameaça que a CPI recebe”, relatou Aziz.

O relator Renan Calheiros (MDB-AL) chamou Renan Bolsonaro de “fedelho”.

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“É mais um filho do presidente que não recebeu educação dele”, disse Renan.

“Essas ameaças de um fedelho como esse não vai intimidar a comissão parlamentar de inquérito”, completou.

O vice-presidente Randolfe Rodrigues (Rede-AP) sugeriu que Renan fosse denunciado pelo crime de ameaça.