Telescópio Hubble da Nasa faz registro de galáxia rara

Imagem é formada por capturas que somam 23 anos de registros por telescópio

Visão de galáxia UGC 10043 registrada pelo telescópio Hubble

Visão de galáxia UGC 10043 registrada pelo telescópio Hubble | ESA/Hubble & NASA, R. Windhorst, W. Keel

O Telescópio Hubble, da Nasa e da Agência Espacial Europeia, fez um registro raro de uma galáxia. Trata-se da galáxia denominada UGC 10043, uma galáxia espiral de lado, que está a 150 milhões de anos-luz do planeta Terra. 

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A imagem, na verdade, é a junção de vários conjuntos de dados que o telescópio registrou durante 23 anos, entre 2000 e 2023, de acordo com informações divulgadas pela Nasa. 

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Ou seja, a imagem é formada por momentos diferentes, que capturaram vários comprimentos de onda de luz, da mesma maneira como a maioria dos registros é feito pelo Hubble.

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A imagem indica uma “protuberância” no centro, onde estrelas orbitam. Além disso, a posição lateral da galáxia faz com que seu disco forme uma “linha nítida no espaço”, conforme descrição da Nasa.

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“A longevidade do Hubble não nos dá apenas a capacidade de produzir imagens novas e melhores de alvos antigos; ela também fornece um arquivo de dados de longo prazo que só se torna mais e mais útil para os astrônomos”, descreveu a agência espacial na divulgação da imagem.

A Nasa realiza diversas missões a fim de desvendar mistérios sobre o universo e possibilidades de se viver em outros planetas. Em uma delas, por exemplo, agência espacial vai enviar drone com tamanho de carro à lua de Saturno

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Telescópio Hubble mudou visão do espaço

O Telescópio Hubble foi lançado no espaço em 1990. Localizado a 515 quilômetros da Terra, ele já registrou um milhão de observações. Por causa delas, cerca de 21 mil estudos, além de 1,2 milhões de publicações foram realizadas sobre o universo.

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Com suas lentes de grande resolução angular, ele consegue capturar diversos comprimentos de onda. Dessa forma, permite observações de muitos detalhes sobre as galáxias. 

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“Se seus olhos tivessem a resolução do Hubble, você poderia ler a data em uma moeda a dois quilômetros de distância”, disse a Nasa em uma descrição do instrumento científico. 

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Graças a ele, cientistas fizeram descobertas relacionadas a buracos negros, nascimento e evolução de estrelas, além do crescimento de galáxias.