A Torre Rise, em Monterrey, no México, deve se tornar o edifício mais alto da América Latina, com 484 metros de altura. A construção, iniciada em 2023, terá 96 pavimentos habitáveis e foi projetada para reunir apartamentos, escritórios, hotel, comércio e áreas de lazer em um único complexo.
O arranha-céu está sendo erguido na região do Obispado e deve superar a Torre Obispado, atualmente um dos principais pontos de referência no horizonte de Monterrey. A previsão é que as obras sejam concluídas em 2026.
Além da altura, o projeto chama atenção pela proposta de criar uma espécie de “cidade vertical”, concentrando diferentes atividades no mesmo endereço.
Torre Rise terá moradias, escritórios e hotel
A estrutura foi planejada para receber diferentes públicos. Ao todo, serão 35 andares de escritórios, 22 pavimentos residenciais, 10 níveis destinados a hotel e quatro andares comerciais.
A ideia é permitir que moradores, trabalhadores, hóspedes e visitantes tenham acesso a serviços, comércio e lazer sem precisar deixar o complexo.
Outro destaque será o SkyDeck 360°, espaço localizado nos andares superiores da torre. O mirante terá uma vista panorâmica de Monterrey e das montanhas que cercam a cidade.
O projeto também prevê uma tirolesa instalada a mais de 400 metros de altura, atração que pode transformar o edifício em um novo ponto turístico da cidade.
Arranha-céu aposta em áreas verdes e eficiência
Apesar da dimensão da construção, a Torre Rise também foi projetada com recursos voltados à eficiência ambiental. O empreendimento terá mais de 4 mil metros quadrados de áreas verdes.
Entre as soluções previstas estão uma fachada de vidro com controle térmico e cantos curvos, que ajudam a reduzir a pressão exercida pelos ventos sobre a estrutura.
O projeto também reúne certificações internacionais relacionadas à sustentabilidade e ao desempenho dos edifícios.
Com 484 metros, a Torre Rise deve mudar o horizonte de Monterrey e assumir o posto de edifício mais alto da América Latina, caso seja concluída conforme o projeto. A previsão é que a entrega ocorra ainda em 2026.
