Universidade de São Paulo retoma aulas presenciais

Para tornar possível o retorno dos estudantes às salas de aula, a Universidade investiu R$ 150 milhões na reforma de espaços para sua adequação às normas sanitárias

Cidade Universitária da Universidade de São Paulo (USP), na zona oeste da Capital

Cidade Universitária da Universidade de São Paulo (USP), na zona oeste da Capital | Marcelo Gonçalves/Sigmapress/Folhapress

Desde março de 2020 a Universidade de São Paulo decidiu passar a realizar suas aulas em formato virtual como forma de evitar o contágio dos estudantes, professores e funcionários pelo novo coronavírus. Agora, com o avanço da vacinação e a queda dos indicadores da pandemia, a instituição se prepara para receber novamente os alunos de forma presencial a partir desta segunda-feira (4).

Continua após a publicidade

Para tornar o retorno dos estudantes às salas de aula, a Universidade investiu R$ 150 milhões na reforma dos ambientes de ensino das unidades, incluindo bibliotecas, e também para o aprimoramento da infraestrutura para as atividades on-line. As informações são do Jornal da USP.

“Essas ações integradas têm como grande objetivo melhor acolher os estudantes em seu retorno presencial à nossa Universidade. É com planejamento e administração responsável que estamos possibilitando a renovação dos ambientes de ensino de graduação e pós-graduação”, explica o vice-reitor da USP, Antonio Carlos Hernandes.

Os recursos foram destinados principalmente para a adequação às novas exigências sanitárias.

Continua após a publicidade

“Há quase uma década, por causa de dificuldades financeiras, a USP não fazia esse tipo de investimento. Havia muita demanda represada. A COP entendeu que, com a expectativa do retorno, esse poderia ser um momento estratégico do ponto de vista da sustentabilidade orçamentária”, explicou o coordenador de Administração Geral (Codage), Luiz Gustavo Nussio.  

“O retorno às atividades presenciais é uma oportunidade para melhorar os ambientes de ensino. Alunos e professores terão de reaprender a conviver no espaço da Universidade e a ideia é que esse reencontro se dê em um ambiente melhorado”, completou Nussio.