A verdade por trás da decisão da ANP sobre a gasolina em julho

Postos de combustíveis poderão fornecer gasolina sem a fiscalização garantida por programa; entenda

Fim temporário do PMQC foi decretado para lidar com situação econômica da ANP

Fim temporário do PMQC foi decretado para lidar com situação econômica da ANP | Divulgação/IBP

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgou, nesta segunda-feira (23/6), que vai suspender o Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis (PMQC) durante o mês de julho.

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Sem o PMQC, os postos de combustíveis poderão fornecer gasolina sem a fiscalização garantida por esse programa, o que pode impactar na garantia da qualidade durante esse período.

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A ANP suspendeu o programa de monitoramento como medida para enfrentar a restrição orçamentária que afeta a instituição no momento, mas seu retorno já está previsto para o dia 1º de agosto.

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No entanto, o fim temporário do PMQC é uma das medidas emergenciais tomadas pela ANP para lidar com sua situação econômica.

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Entre as ações adotadas, estão:

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  • Análise de contratos para identificar ineficiências e estabelecer prioridades nos cortes orçamentários;

  • Redução da amostragem no contrato do Levantamento Semanal de Preços de Combustíveis (LPC);

  • Redução das despesas com diárias e passagens aéreas;

  • Corte de recursos destinados à fiscalização;

  • Realização de reuniões de diretoria, audiências públicas, workshops e seminários remotamente (via plataforma Teams).

A ANP é responsável por monitorar os postos de combustíveis e, em alguns casos, já denunciou irregularidades na comercialização.

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Em um caso ocorrido em Vila Velha, no Espírito Santo, um posto foi autuado por vender gasolina comum como se fosse aditivada.