Leilões estão atraindo mais empresárias, diz pesquisa

Segundo pesquisa, mulheres empresárias foram o quinto grupo profissional que mais compraram imóveis em leilão em 2022

O aparecimento das empresárias entre os profissionais que mais compraram imóveis em leilão no top 5 demonstra o maior interesse delas neste tipo de compra

O aparecimento das empresárias entre os profissionais que mais compraram imóveis em leilão no top 5 demonstra o maior interesse delas neste tipo de compra | Freepik

O grupo formado por mulheres empresárias foi o quinto entre os profissionais que mais compraram imóveis em leilão em 2022, segundo levantamento divulgado pela empresa Zuk, especializada em imóveis judiciais e extradjudiciais.

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De acordo com o levantamento, o aparecimento das empresárias entre os profissionais que mais compraram imóveis em leilão no top 5 demonstra o maior interesse delas neste tipo de compra, já que em 2021, a quinta colocação era ocupada pelos aposentados.

Além das empresárias, o ranking de profissões de compradores de imóveis se completa, do 1º ao  4º lugar com empresários, advogados, comerciantes e administradores.

A pesquisa observou ainda que a maior parte dos arrematantes são pessoas físicas, 86%, sendo que os homens continuam dominando os pregões, visto que representam 79% dos participantes.

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Quando observado a faixa etária, os principais compradores têm entre 41 e 50 anos, com 35% do total, seguidos pelos arrematantes de 31 a 40 anos e de 51 a 60 anos. Os casados são os que mais compram, 52%, na sequência aparecem solteiros (31%) e divorciados (11%).

Dentre os locais que mais despertam o interesse dos compradores, São Paulo segue na liderança, com o maior número de imóveis vendidos. Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná e Goiás aparecem em seguida.

Para 2023, o CEO da Zuk, André Zukerman, espera um ano aquecido para o setor. “Com base em nossos resultados de 2022, temos uma expectativa positiva para 2023! Após um cenário de eleições e Copa do Mundo, estimamos que o ano atual trará estabilidade, com mais oportunidades disponíveis no mercado imobiliário”, afirma.