Casos Eloá e Matsunaga terão filmes em 2025; relembre crimes

Longas serão baseados nos autos processuais sem contato com os assassinos confessos

Eloá Pimentel foi feita refém em 2008 pelo ex-namorado em Santo André, no ABC Paulista

Eloá Pimentel foi feita de refém em 2008, pelo ex-namorado Lindemberg | Reprodução

Após o sucesso do título ‘O Maníaco do Parque’, dois casos de grande repercussão ganharão filmes baseados em ficção em 2025: o sequestro e assassinato da adolescente Eloá Pimentel e o esquartejamento de Marcos Matsunaga.

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As duas produções serão dirigidas por Maurício Eça e realizadas pela Santa Rita Filmes, a mesma produtora de “O Maníaco do Parque” e “A Menina que Matou os Pais”, filme do caso de Suzane von Richthofen.

Os filmes devem retratar os casos com base nos autos processuais, com cuidado especial com as vítimas e seus familiares, sem contato com os assassinos confessos dos crimes retratados. Os roteiros serão assinados por LG Bayão, com pesquisa conduzida por Thaís Nunes.

As produções são negociadas com canais de exibição e o elenco principal deve ser anunciado em breve.

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Caso Eloá

Eloá Pimentel foi feita refém em 2008 pelo ex-namorado Lindemberg Alves Fernandes, de 22 anos, em Santo André, no ABC Paulista. Depois de cinco dias em cárcere privado, a jovem foi baleada na cabeça e na virilha e não resistiu aos ferimentos.

Em 2023, o programa Linha Direta, da TV Globo, retornou após 15 anos fora da grade da emissora, e o primeiro programa foi sobre o caso.

O episódio foi alvo de críticas da família de Eloá e fez alusão à interferência da apresentadora Sonia Abrão no caso.

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Caso Matsunaga

O crime foi cometido por Elize Matsunaga, que confessou ter assassinado Marcos Kitano Matsunaga com um tiro na cabeça de pistola .380 e esquartejado o seu corpo. A motivação do crime teria sido, segundo ela, foi a descoberta de uma relação extraconjugal de seu marido.

Em liberdade condicional desde 2022, Elize foi condenada a 19 anos e 11 meses de prisão. Ela cumpriu regime fechado no presídio de Tremembé, no interior de São Paulo, por 10 anos, antes de ser transferida para o regime semiaberto.