O Brasil tem uma série de compositores históricos: Chiquinha Gonzaga, Noel Rosa, Dorival Caymmi, Maysa, Belchior, Mano Brown. Um dos maiores (se não o maior), segundo parte da crítica, celebra aniversário neste 19 de junho. Chico Buarque de Hollanda chega aos 80 anos, recém-saído de uma turnê pelo País para divulgar mais um álbum de estúdio.
Chico Buarque de Hollanda celebra 80 anos neste 19 de junho, recém-saído de uma turnê pelo País para divulgar mais um álbum de estúdio. Considerado por muitos como um dos maiores (se não o maior) compositores brasileiros, Chico continua a ser celebrado por suas letras e melodias.
O Brasil tem uma série de compositores históricos: Chiquinha Gonzaga, Noel Rosa, Dorival Caymmi, Maysa, Belchior, Mano Brown. Entre eles, Chico Buarque se destaca.
A Gazeta selecionou 17 versos, ou trechos de música, do compositor carioca que passou parte da infância em São Paulo. Trata-se de um fragmento pequeno que ajuda a revelar a força da composição buarquiana. Veja.
Conheça (ou relembre) 17 versos históricos de Chico Buarque
- “Morreu na contramão atrapalhando o tráfego” (Construção)
- “O malandro é o barão da ralé” (A Volta do Malandro)
- “Apesar de você, amanhã há de ser outro dia” (Apesar de Você)
- “A felicidade morava tão vizinha que, de tolo, até pensei que fosse minha” (Até Pensei)
- “Que seja lá como for, por amor, por favor, é pra ela voltar, sim” (Desalento)
- “Meu corpo é testemunha do bem que ele me faz” (O Meu Amor)
- “Tira as mãos de mim, põe as mãos em mim, e vê se o fogo dele guardado em mim te incendeia um pouco” (Tira as Mãos de Mim, com Ruy Guerra)
- “Saudade é arrumar o quarto do filho que já morreu” (Pedaço de Mim)
- “O trânsito contorna a nossa cama, reclama, do nosso eterno espreguiçar” (Samba e Amor)
- “Inútil dormir que a dor não passa” (Bom Conselho)
- “Nós, gatos, já nascemos pobres; porém, já nascemos livres” (História de Uma Gata)
- “O Sol, a estrada amarela, e as ondas, as ondas, as ondas, as ondas” (Dura na Queda)
- “Eu choro em iorubá, mas oro por Jesus” (Sinhá, com João Bosco)
- “Uma saideira, muita saudade, e a leve impressão de que já vou tarde” (Trocando em Miúdos)
- “Meu coração, que você sem pensar, ora brinca de inflar, ora esmaga” (Tipo um Baião)
- “Me responde por favor pra onde vai o meu amor quando o amor acaba” (Almanaque)
- “Não vê que Deus até fica zangado vendo alguém abandonado? Pelo amor de Deus” (Sobre Todas as Coisas, com Edu Lobo)
