Festival internacional de circo chega em São Paulo

Evento reúne artistas de nove estados brasileiros e 21 representantes internacionais

Espetáculo Moya estreará a programação do festival no Sesc Vila Mariana

Espetáculo Moya estreará a programação do festival no Sesc Vila Mariana | Divulgação/Joan Ward/Sesc

O Festival Internacional Sesc de Circo visitará a cidade de São Paulo, entre os dias 8 e 24 de agosto, e reunirá artistas circenses de nove estados brasileiros e 21 representantes internacionais.

A 8ª edição do evento dividirá sua programação em 14 espaços do Sesc, como a unidade Belenzinho, avenida Paulista, Ipiranga, Pompeia e Santana.

O mundo do circo já vem ganhando espaço na cidade de São Paulo desde junho, com o anunciou de um pacote de exposições sobre circo, dança e futebol.

Programação

O espetáculo Moya, do grupo sul-africano Zip Zap Circus, estreará a programação do festival no Sesc Vila Mariana, no dia 8 de agosto.

A montagem conta a história de Jacobus Claassen e usa de acrobacias, malabarismo e dança tradicional para mostrar sua realidade nas ruas da Cidade do Cabo e sua chegada na escola de circo social.

Os próximos dias do evento promovem peças com foco no envelhecimento dos artistas circenses, no circo como lugar de resistência e acolhimento e na valorização do espaço urbano como território artístico.

Veja os espetáculos do evento:

Envelhecimento

  • Glorious Bodies, da Bélgica
  • Vetus Venustas, da Espanha

Resistência e acolhimento

  • Memorável-Histórias Notáveis, do grupo Palhaços Sem Fronteiras
  • Knitting Peace, da Suécia

Valorização do espaço urbano

  • Ponto de Partida –Travessia
  • Panorama Kino Theatre, da Suíça

O evento ainda conta com mais atividades e espetáculos em sua programação, que pode ser acessada no site do Sesc.

Para os interessados, os ingressos podem ser adquiridos no site da organização e variam entre R$ 15 e R$ 50, sendo que menores de 12 anos não pagam.

Sesc oferece

Além do festival, o Sesc 24 de Maio revive momentos surpreendentes do hip hop com nova exposição que, por meio de gestos, sons e imagens, a reconstrói a revolução urbana que transformou pontos da cidade em palcos de resistência.

* Texto sob supervisão de Matheus Herbert