Os filhos de Michael Jackson enfrentam uma disputa judicial envolvendo o controle do espólio e a herança do cantor, avaliado em cerca de R$ 4 bilhões.
Segundo informações divulgadas pelo site Radar, o desentendimento entre Paris Jackson, Prince Jackson e Bigi Jackson se intensificou após a liberação de um pagamento adicional destinado exclusivamente à filha do artista.
De acordo com a publicação, Paris recebeu um repasse extra de aproximadamente R$ 3,1 milhões, autorizado pelos advogados responsáveis pela administração do espólio após decisão judicial.
A medida teria provocado a insatisfação dos irmãos, que, segundo fontes ouvidas pelo veículo, romperam relações com ela e passaram a tratar dos assuntos ligados à herança apenas por meio de advogados e representantes.
Ainda conforme o Radar, os três herdeiros deixaram de manter contato direto, e as decisões relacionadas ao patrimônio do Rei do Pop passaram a ser conduzidas exclusivamente no âmbito jurídico.
Documentos citados pelo site indicam que, até 2022, os filhos de Michael Jackson já haviam recebido valores milionários do espólio. Paris teria recebido cerca de US$ 3,2 milhões, Prince aproximadamente US$ 3,1 milhões e Bigi US$ 1 milhão.
Cinebiografia aumentou divergências
As divergências familiares também teriam sido agravadas durante a produção de “Michael”, cinebiografia sobre o cantor. Segundo o Radar, Prince participou do projeto como coprodutor, enquanto Paris criticou publicamente o roteiro.
Em declarações anteriores, a cantora e atriz afirmou que algumas observações feitas por ela sobre o texto não foram consideradas pela produção.
“Eu li uma das primeiras versões do roteiro e fiz minhas anotações sobre o que eu achava ser desonesto ou que não parecia certo para mim. Quando eles simplesmente ignoraram, eu resolvi seguir com a minha vida”, disse.
Equipe de Paris defende patrimônio
Representantes de Paris Jackson afirmaram ao Radar que a artista busca preservar o legado deixado pelo pai e proteger o patrimônio da família. A equipe também fez críticas ao advogado John Branca, responsável pela administração do espólio desde a morte de Michael Jackson, em 2009.
Segundo os representantes, a fortuna do cantor não deve ser utilizada como um “fundo de garantia” para o administrador dos bens. Até o momento, não há informações sobre manifestação pública de Prince, Bigi ou da administração do espólio sobre as alegações.
