Joel Datena se revolta após repórter levar cusparada de ‘Galo Cego’

'Galo Cego' é acusado de espancar e matar um homem na zona oeste de São Paulo

Agressão foi cometida pelo suspeito na tarde desta quinta-feira (24/7) durante sua chegada na delegacia

Agressão foi cometida pelo suspeito na tarde desta quinta-feira (24/7) durante sua chegada na delegacia | Reprodução/Band Tv

Joel Datena, apresentador do Brasil Urgente, da Band, ficou revoltado após o repórter Rafael Batalha levar uma cusparada de um suspeito de assassinato conhecido como ‘Galo Cego’. 

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A agressão foi cometida pelo suspeito na tarde desta quinta-feira (24/7) durante sua chegada à delegacia. 

“Vocês viram que o Rafael Batalha foi fazer algumas perguntas para ele e ele [Galo Cego] deu uma cusparada. Eu presto todo o meu apoio a esse profissional, a esse grande repórter, que durante o seu trabalho foi atacado. Além de assassino, é mal educado”, disse o apresentador.

Para a Polícia Civil de São Paulo, Galo Cego seria suspeito de espancar e matar um homem de 56 anos, no Butantã, na zona oeste de São Paulo. 

“Dá vontade de pegar um cara desse e dar um coro nele. Esse sujeito é um assassino. Ele é aquele que matou um cidadão a pauladas no Butantã. Depois, ele agrediu uma mulher. Ele sai por aí agredindo as pessoas”, disse o apresentador. 

Relembre o caso 

A Polícia de São Paulo prendeu o criminoso conhecido como “Galo Gego”, um homem que vive em situação de rua, identificado como Michael Costa da Silva, de 37 anos.

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Ele já havia sido preso no dia seguinte ao primeiro crime, mas foi solto na audiência de custódia. No meio da tarde desta quinta-feira (24), o homem foi preso novamente.  

Em um dos ataques, a vítima estava parada no ponto de ônibus quando o agressor chega correndo e a ataca pelas costas. Galo cego estaria com um pedaço de madeira na mão, e desferiu vários golpes na vítima, principalmente na cabeça. 

Depois do espancamento, o criminoso correu. A agressão aconteceu por volta das 18h50 na calçada que fica em frente à entrada do Shopping Butantã, na zona oeste de São Paulo. O texto contém informações da ‘Band’. 

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Agressão brutal 

José Marconi de Brito, conhecido como Tonho, ficou gravemente ferido. Ele foi levado ao hospital das clínicas, onde permaneceu internado por 5 dias até ter morte cerebral.

Ele morava com a esposa na região do Butantã, e trabalhava como ajudante geral em uma agência de carros. 

Tonho chegou a perder um dos olhos e parte do cérebro já não respondia mais. A morte cerebral foi confirmada na última terça-feira (22/7). 

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Outro caso

A morte brutal de Nicolly Fernanda Pogere, de 15 anos, em Hortolândia, ainda assusta os moradores do interior paulista. 

Uma equipe da Secretaria de Serviços Urbanos da cidade encontrou, na quinta-feira (24/7), um saco com partes de um corpo às margens da lagoa do Jardim Amanda I, onde a adolescente foi encontrada esquartejada na última sexta-feira (18/7).