A cantora Maiara, da dupla sertaneja com Maraisa, falou abertamente sobre a luta contra a alopecia androgenética e o impacto da condição em sua autoestima. O relato foi publicado nesta segunda-feira (2/2) em um vídeo no Instagram da médica Andressa Matos, responsável por acompanhar o tratamento capilar da artista.
No vídeo, Maiara aparece mostrando o cabelo natural e explica que usa lace há anos como forma de preservar os fios e manter a própria imagem profissional.
“A lace foi minha salvadora”, diz Maiara
Durante o depoimento, a cantora contou que convive com a queda de cabelo desde a adolescência e que, aos 14 anos, passou a usar diferentes métodos para esconder o problema. Segundo ela, alguns procedimentos e fórmulas acabaram prejudicando ainda mais o crescimento dos fios.
“Meu cabelo foi caindo e quebrando, até chegar a um ponto em que eu quase não tinha mais cabelo”, relatou.
Maiara revelou que há cerca de quatro anos passou a usar lace de forma contínua e que, em algumas regiões, já não havia nem o bulbo capilar.
A artista afirmou que, apesar da resistência inicial, hoje não consegue viver sem a lace e celebra a evolução do tratamento.
“Tenho 38 anos e um cabelo de criança de cinco anos. Isso é uma grande vitória para mim”, disse.
Tratamento e acompanhamento médico
A médica Andressa Matos, que publicou o vídeo, é especialista em saúde capilar e acompanha Maiara há anos. Na legenda do post, a profissional destacou que o processo envolveu fases difíceis, pausas e recomeços, comuns em casos de alopecia androgenética.
Segundo Andressa, com acompanhamento médico, constância e respeito ao tempo do corpo, foi possível alcançar resultados positivos. Ela reforçou que a condição tem tratamento e nenhuma mulher precisa enfrentar o problema sozinha.
Maiara também relembrou como a queda de cabelo afetou sua autoestima, afirmando que evitava espelhos e ambientes iluminados. Hoje, diz viver um momento de aceitação e orgulho ao ver o crescimento dos fios naturais.
A cantora já havia comentado anteriormente nas redes sociais sobre o diagnóstico e não descarta, no futuro, realizar um implante capilar.
