Poucos prêmios possuem uma identificação visual tão forte quanto a cobiçada taça da Copa do Mundo. Porém, o troféu atual não esteve presente em todas as edições da competição. Na verdade, ele foi criado em 1974 para substituir a Taça Jules Rimet, troféu encomendado pela FIFA para a primeira Copa do Mundo, realizada em 1930 no Uruguai.
A troca de prêmios aconteceu por conta do tricampeonato mundial do Brasil. O feito consagrou o país como o primeiro a vencer o torneio 3 vezes (1958, 1962 e 1970) e garantiu a posse definitiva da lendária Taça Jules Rimet, que ficava exposta na antiga sede da CBF.
Porém, essa história de vitória e orgulho nacional seria manchada para sempre quando, em 1983, em plena Ditadura Militar, o troféu foi roubado. Apesar da prisão dos autores do crime, não foi possível recuperar a taça, feita de ouro e com cerca de 3,8 kg, pois ela já havia sido vendida e derretida.
Atualmente, a CBF expõe uma réplica da Jules Rimet no Museu da Seleção Brasileira, no Rio de Janeiro. Diante dessa trágica história, os roteiristas Caio Ortiz e Lusa Silvestre resolveram, de certa forma, ficcionalizar o roubo, resultando no divertido filme “O Roubo da Taça”, de 2016.
Conheça a história de O Roubo da Taça
O longa tem como protagonista o corretor de seguros Peralta (Paulo Tiefenthaler), que enfrenta sérias dificuldades financeiras: de um lado, os credores cobram pela quitação de suas dívidas; de outro, sua namorada Dolores (Taís Araújo) ameaça terminar o relacionamento se não for pedida em casamento.
Em meio ao caos, Peralta tem uma ideia: aproveitar seu livre acesso à CBF, por ser representante de um time de futebol, para roubar a Taça Jules Rimet e enriquecer. Para isso, ele contará com a ajuda de Borracha (Danilo Grangheia), um amigo que nunca se destacou pela inteligência.
Disponível no catálogo da Amazon Prime Video e para compra ou aluguel no Google Play Filmes, “O Roubo da Taça” consegue divertir pelo inusitado.
