Nos últimos anos, as narrativas LGBTIAPN+ no cinema têm conseguido maior representatividade – seja no número de produções ou nos gêneros que elas abarcam. Títulos como “Com Amor, Simon” (2018) e “Heartstopper” (2022) mostraram que existe uma demanda por histórias mais leves sobre relacionamentos queer, que, comumente, são retratados com uma forte carga dramática.
Nesse sentido, o filme “Quinze Dias” é uma comédia romântica jovem que tem como protagonista um casal gay adolescente. O longa, que é uma adaptação do livro homônimo de Vítor Martins, estreia nesta quarta-feira (19/8) na Netflix, após seu lançamento nos cinemas em junho de 2026.
Conheça a história de Quinze Dias
A história acompanha Felipe (Miguel Lallo), um adolescente gay e acima do peso que sofre bullying na escola. Por conta disso, o personagem mal pode esperar pelas férias de julho, quando terá 15 dias longe dos colegas de classe e poderá assistir a suas séries e filmes favoritos, além de colocar a leitura em dia.
Porém, o desejo de Felipe de se isolar no seu próprio universo é interrompido por sua Mãe, Rita (Débora Falabella), que concorda em abrigar o filho da vizinha, Caio (Diego Lira), enquanto os seus pais viajam de férias.
Além de os dois parecerem completamente diferentes, já que Caio é mais extrovertido e atlético, ele também é a paixão de infância de Felipe, que entra em desespero. Apesar das diferenças, com o tempo, os personagens vão começar a se entender melhor e, juntos, entrar em uma jornada de autodescoberta.
Com o roteiro de Ray Tavares e Vítor Brandt, “Quinze Dias” é uma comédia romântica adolescente que faz com que os espectadores não só torçam para o casal principal, mas também se identifiquem com seus medos, angústias e inseguranças, que assumem contornos próprios, por se tratar de uma história LGBTQPIAN+, mas que também são comuns a qualquer relação amorosa.
