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CAPRICHO DA NATUREZA

Por estar nas Serras Gerais, uma das maiores cadeias de serras do Brasil, o sol demora mais a aparecer por lá. Mas isso não tira o brilho da cidade, que está se tornando mais conhecida não somente por conta do estilo de turismo imposto pela Covid-19, mas especialmente por ser um local para se desligar do
mundo.
Aurora fica a 485 km de Brasília e a 530 km de Palmas, capital do Tocantins. Dá para escolher em qual aeroporto descer para decidir o resto do caminho, existe ônibus saindo das rodoviárias de ambas as cidades. Alugar um carro para curtir a viagem também é uma boa.
Há duas épocas para visitar a cidade. Entre março e outubro é a época de seca. A água do rio Azuis e dos demais rios fica bem mais limpa. Mas, mesmo entre outubro e março, quando a chuva é mais intensa, não chega a estragar o passeio – os rios ficam um pouco mais turvos.
É bom levar dinheiro em espécie, visto que poucos estabelecimentos usam cartões. Não há bancos na cidade, somente uma agência lotérica. Postos de combustível não costumam ter etanol – considere alugar um carro a gasolina, para não ser pego de surpresa.
Pode acontecer de os hotéis não terem televisão nos quartos, e a ideia é essa: a de proporcionar uma viagem de se desligar do mundo e se conectar com a natureza.

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Pérola do Atlântico

As ilhas que formam o arquipélago são, na verdade, as partes visíveis de uma cadeia de montanhas submersa. A ilha principal tem 10 km de comprimento e, no máximo, 3,5 km de largura.
Por estar tão distante do continente – fica a 545 km de Recife (PE), e funciona como um distrito estadual de Pernambuco -, a viagem de avião pode levar de uma até quatro horas, dependendo do avião e das condições de tempo, ainda mais que o aeroporto do arquipélago recebe somente aeronaves de porte médio.
E a ideia de restringir a quantidade de turistas não é à toa. O local reserva preciosidades únicas, que precisam ser preservadas. O Projeto Tamar, que cuida da preservação das tartarugas marinhas, começou lá suas atividades de pesquisa.
As belezas naturais de Noronha levaram a ilha a receber da Unesco o título de Patrimônio Natural da Humanidade.
A localização estratégica deu várias funções à ilha, como entreposto comercial, na época da colonização, e chegou até a servir de prisão. O turismo começou a florescer tardiamente, com a construção da primeira pousada em 1972. Desde então, as atividades turísticas vêm crescendo, e hoje o arquipélago tem mais de 130 locais de hospedagem, dezenas de restaurantes, empresas especializadas em mergulho e agências de turismo.

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Nas alturas

As operadoras e agências de viagem conseguem fechar pacotes vantajosos porque fazem negociações em grande quantidade, especialmente na baixa temporada, quando a taxa de ocupação normalmente é menor. Na lógica do setor hoteleiro, é melhor cobrar um pouco menos pelas acomodações, mas manter alta a movimentação, do que ter quartos vazios – e gerando prejuízo.
O valor do dólar do dia é o utilizado para determinar o valor final do pacote. Isso ajuda os clientes a ter controle de quanto vão gastar, em vez de aguardar o dia de fechamento da fatura do cartão de crédito.
E para levar dólares para o exterior, para gastos com alimentação, presentes ou passeios? É bom levar uma quantia em dinheiro vivo, para gastos correntes – mas é bom guardar as notas e moedas nos bolsos, e em cofre no quarto de hotel, se houver. O mais seguro é fazer as compras com cartão de crédito – no caso de roubo, é mais fácil bloqueá-lo. Se você fizer parte de algum plano de fidelidade ou acúmulo de pontos, ele é ótimo também. A desvantagem é perder o controle dos gastos.
Há também o cartão de crédito pré-pago: você carrega antes de usar. É mais fácil para controlar o quanto se comprou, mas as taxas cobradas pelas operadoras de cartão são mais altas, e alguns bancos cobram para fazer saques no exterior.

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OFERTA
E PROCURA

As viagens na baixa temporada ficam mais em conta até por um fenômeno econômico: com menos turistas circulando pelas cidades, hotéis e atrativos turísticos precisam manter o movimento e o faturamento. É aí que os preços ficam mais baixos, para atrair aquele turista que sai de férias fora da alta temporada.
As cidades do litoral do Nordeste, por exemplo, não sofrem tanto com as variações climáticas do inverno do sudeste. Então é possível ir a Porto de Galinhas ou João Pessoa em abril ou maio, até junho, e ainda pegar belos dias de sol.
Já indo mais para o sul, os meses de abril e maio não são tão quentes, mas o outono ainda traz um calor agradável que deixa a viagem a Balneário Camboriú com um gosto de quero mais. E em Gramado, por estar a 830 metros de altitude, nesse período a temperatura já começa a baixar, e dá para aproveitar o clima de serra sem a grande movimentação dos meses de inverno.
Mas o sucesso da viagem é se planejar com antecedência: para quem quer viajar em abril ou maio, por exemplo, aproveite o Carnaval para procurar orientação especializada e divirta-se!

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Floresta
Amazônica

Novo Airão tem uma característica bem peculiar: está relativamente próxima à capital amazonense, e imersa na Floresta Amazônica. O parque de Anavilhanas, por exemplo, protege as mais de 400 ilhas fluviais do rio Negro. Boa parte dele é aberto ao público, que pode conhecer um pouco mais do ecossistema dessa parte da floresta.
Para se chegar a Novo Airão, saindo de Manaus de carro, passa-se pela ponte Rio Negro, a maior ponte estaiada do Brasil, com 3,6 km, que passa sobre o Rio Negro. Em seguida, segue-se pela rodovia Manoel Urbano (AM-070) até o km 85, depois deve-se pegar a AM-352 e ir até Novo Airão. Mas se preferir, há lanchas que fazem esse caminho pelo rio Negro em uma viagem de 2h de duração.
A rede hoteleira de Novo Airão é bastante variada. Há desde hotéis e pousadas simples até lodges, alojamentos turísticos mais elaborados e construídos bem próximo dos rios ou florestas, que apresentam um contato maior com a natureza. É sempre bom reservar com antecedência os quartos, para não se surpreender com a falta de acomodações.
Encontrar os botos cor-de-rosa é uma atração à parte. Há agências de viagem que têm passeios específicos para ver esses animais tão bonitos e dóceis. Eles saem da água para comer e permitem serem tocados.

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Um dia de mimos

Quem disse que hotel é só para se hospedar em viagem? O day use é justamente uma amostra dos serviços hoteleiros sem precisar passar uma noite fora de casa. É uma oportunidade de conhecer o que estes estabelecimentos têm a oferecer, a um preço mais vantajoso.
Via de regra, os preços cobrados pelos hotéis pelo day use é de 50% do valor total da hospedagem – por isso as tarifas variam de acordo com o dia e a taxa de ocupação. Na ocasião da reserva, é sempre bom conferir essa informação.
Outro detalhe importante é o horário do day use: há locais que oferecem o serviço durante o dia todo, e outros, somente no período da tarde. Procure fazer a reserva com antecedência – alguns hotéis exigem pelo menos uma semana de prazo. Os serviços disponíveis costumam ser os restaurantes, bares, piscinas e quartos. Há estabelecimentos que também inserem o spa no roteiro.
As amenities, produtos de beleza e higiene oferecidos pelos hotéis, são bastante elaborados, de marcas conhecidas, e podem fazer parte do kit de day use.

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Passeio

tranquilo

A infraestrutura hoteleira de Salvador, Fortaleza e Porto de Galinhas é robusta. Hotéis, resorts e pousadas, para vários bolsos e estilos, atendem a todos os perfis de turistas que buscam uma paisagem de encher os olhos e boas lembranças. Mas, mesmo assim, faça as reservas com antecedência, especialmente se você viajar na alta temporada.

A capital baiana conta com o Salvador Bahia Airport, principal porta de entrada aérea do estado e recebe 11 milhões de passageiros por ano. A duração da viagem aérea entre São Paulo e Salvador leva pouco mais de 2h, e há serviços de táxi, ônibus e transfer que levam ao centro da capital.

O Aeroporto Internacional de Fortaleza – Pinto Martins recebe quase 7 milhões de passageiros por ano. O voo São Paulo-Fortaleza leva cerca de 3h30, e o aeroporto também conta com estrutura para receber o passageiro, bem como uma rede de transporte terrestre, já que o aeroporto está bem no meio da capital cearense.

Já o acesso a Porto de Galinhas é feito via Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes – Gilberto Freyre, e saindo de São Paulo, são três horas de voo. De lá, o turista pode ir de ônibus, táxi ou carro alugado por cerca de 60 km até chegar a Ipojuca e, na sequência, seguir viagem até Porto.

 

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No charme
da serra

Gramado não é só conhecida pela arquitetura germânica, o clima mais ameno da serra gaúcha ou as hortênsias. A cidade tem outros atributos, como o Festival de Cinema de Gramado, que acontece em agosto e movimenta a cidade, com a grande quantidade de atores e diretores famosos que andam por lá.
O local tem também indústrias que fazem rodar a economia da cidade, como as fábricas de chocolates, malhas, roupas e móveis. Outro setor que traz muitos visitantes é o da gastronomia: famílias de imigrantes alemães e italianos produzem iguarias típicas de seus países, como as cucas (tradicional torta alemã), vinho, queijo, mel e geleias.
Para quem viaja na baixa temporada, a cidade vale a visita por seus pontos turísticos. Um deles é o Dreamland, um dos primeiros museus de cera da América Latina (a outra unidade fica em Foz do Iguaçu), e tem imagens em tamanho real de personalidades famosas como a rainha da Inglaterra, o ator Bruce Willis, presidentes norte-americanos, entre outras.

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Descendo
a serra

Há alguns caminhos para quem quer conhecer essa parte do litoral paulista. O primeiro deles é pela rodovia dos Tamoios, que liga São José dos Campos a Caraguatatuba. Ela tem conexões com a Via Dutra, a rodovia Carvalho Pinto e a rodovia Rio-Santos. Na Tamoios, há um ponto bom para ver a cidade do alto. Aliás, é pela Rio-Santos que se chega a São Sebastião, e há duas formas. Uma delas é vir pela Mogi-Bertioga, para se chegar às praias mais ao sul, como Paúba e a badalasa Maresias, e pela Tamoios, para a região norte. É de São Sebastião que se pega a balsa para chegar à Ilhabela. O serviço de transporte funciona 24h, e leva de 14 a 18 minutos (a distância percorrida é a maior entre as travessias litorâneas de São Paulo, com 2,4 km). Carros pagam R$ 19 durante a semana, e R$ 28,50 em sábados, domingos e feriados.
Ubatuba é a que fica mais longe, a 250 km da Capital. Dá para ir pela Dutra, entrar em São José dos Campos, pegar a rodovia dos Tamoios e seguir pela Rio-Santos (sentido Rio) ou, pela Dutra, ir até Taubaté e pegar a rodovia Oswaldo Cruz, que faz a ligação direta até a cidade. O motorista deve tomar cuidado porque um trecho do caminho é bastante inclinado, com curvas acentuadas e períodos mais longos de neblina. Da serra, a paisagem é incrível.

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Caminhos
da praia

Chegar à Baixada não é difícil. Pelas rodovias Anchieta e Imigrantes, ambas com 72 km de extensão, o caminho para a praia leva pouco mais de uma hora em dias normais – mas esse percurso leva muito mais tempo nos feriados prolongados
A Anchieta é mais antiga, foi construída em 1947, e é o maior corredor de exportação da América Latina, e não é para menos. É por lá que viajam boa parte das mercadorias que serão embarcadas no porto de Santos, o maior da América Latina também.
Já a Imigrantes é mais recente, de 1976. Ela surgiu porque a Anchieta já não dava conta da vazão de carros e caminhões. Mas ela esbarrava em obstáculos geográficos, como as encostas e montanhas da serra do Mar. Por isso ela conta com um complexo sistema viário, com 44 viadutos, 7 pontes e 14 túneis. É pela Imigrantes que a grande maioria dos turistas desce a serra em direção à Baixada.
Por outro lado, o caminho do mar não acaba com o fim destas rodovias. Há outras, que fazem a ligação com as demais cidades da Baixada. A Piaçaguera-Guarujá liga o continente à ilha de Guarujá, e a Padre Manuel da Nóbrega conecta Cubatão, São Vicente, Praia Grande, Mongaguá, Itanhaém e Peruíbe. Uma travessia de balsa faz a ligação entre Santos e Guarujá, e a ponte do Mar Pequeno liga São Vicente e Praia Grande.

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Tudo a pé

Como não há carros, as trilhas levam turistas e moradores a todos os lugares. Embora haja energia elétrica na Ilha, as ruas não possuem iluminação pública – o uso de lanternas se faz indispensável para andar à noite.
Há um resort e várias pequenas pousadas na ilha, e o motivo é simples: a visitação está limitada a cinco mil pessoas por dia. Como a ilha possui pouco mais de mil habitantes, esse cuidado se faz necessário para a preservação da natureza. Por isso, faça a reserva nas pousadas com bastante
antecedência. Saindo de Curitiba, o visitante tem duas opções, ambas de carro. Pela BR-277, em 1h30 se chega a Paranaguá. Do porto, são mais 1h30 de travessia. Já para ir a Pontal do Sul, deve-se ir até perto de Paranaguá e pegar mais duas rodovias, em duas horas de viagem. Por outro lado, do Pontal a travessia para a Ilha é mais curta, de 35 minutos. Em ambos os casos, o carro não viaja de barco: ele deve ficar estacionado em locais específicos e os turistas partem em busca da natureza idílica, rústica e sem pressa da Ilha.

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Clima
histórico

Cunha não é somente bonita pelos seus atributos naturais. Sua localização estratégica – perto do mar e do planalto – fizeram história. Na época da colonização, e por também estar próximo de Minas Gerais, expedições saíam do Rio de Janeiro e paravam por lá. Alguns viajantes acabaram se fixando naquelas terras e formaram um povoado.
Quando a exploração de ouro em Minas estava no seu auge, foi construída no local a Barreira do Taboão, que servia como um tipo de posto de controle, por parte do Império, para registrar o quanto de ouro era extraído. O nome da cidade veio bem depois, em homenagem ao governador da Capitania de São Paulo, Francisco da Cunha e Menezes. A rede hoteleira de Cunha atende à demanda turística – os hotéis e pousadas da cidade ficam bem cheios na época do Festival de Inverno. Para se chegar à cidade, o mais fácil é ir pela rodovia Presidente Dutra até Guaratinguetá, e sair na rodovia Paulo Virgínio. A melhor época para visitar a cidade é entre abril e outubro, quando as chuvas são menos intensas – e dá para aproveitar, entre junho e julho, o friozinho de serra no inverno. Uma vez na cidade, dá para andar de carro pelas ruas, mas fazer caminhadas pelas ruas antigas é um passeio especial, que faz os visitantes voltarem no tempo.

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Aula de
história

A entrada no Parque Nacional é gratuita e aberta o ano todo, mas a visitação aos sítios arqueológicos só é liberada mediante o acompanhamento de um guia. Assim, é possível ver não somente as pinturas rupestres, mas também toda a paisagem ao redor e conhecer um pouco mais da nossa história. Nem só de história é feita a Serra da Capivara. Os adeptos do pedal vão adorar andar de bicicleta pelas redondezas – há os ciclocondutores, que podem levar os visitantes com segurança aos vários pontos turísticos do local. É possível também adquirir cerâmicas em lojas especializadas, decoradas com as pinturas rupestres das cavernas do Parque.
Para se chegar lá,
deve-se pegar um voo até os aeroportos de Teresina (PI) ou Petrolina (PE), e fazer o resto do caminho via ônibus até São Raimundo Nonato (PI). Alugar carros também é uma boa opção, visto que há estacionamento no local. A rede hoteleira das cidades que compreendem o parque nacional não é grande, embora tenha opções para todos os bolsos. É bom fazer reservas antes de viajar. O parque abre o ano todo. De janeiro a junho, com as chuvas, a vegetação fica mais verde, mas a caminhada nas trilhas fica mais difícil. O calor chega forte entre agosto e novembro, quando as folhas caem e a mata ganha coloração que varia do vermelho ao marrom.

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Em evidência

Como a localização privilegiada de Touros no litoral brasileiro – é bem mais próxima da Europa do que Porto Seguro, na Bahia – foi lá que os colonizadores de Portugal, em 1501, aportaram e fixou o marco de posse colonial, feito em pedra de mármore. Mas demorou um pouco mais para que houvesse, de fato, a fixação dos portugueses por lá. Isso só foi acontecer mais de cem anos depois.
A cidade em si era bem maior, mas os distritos foram se emancipando e se tornando cidades: Maxaranguape, Pureza e a famosa São Miguel do Gostoso, também bastante conhecida pelas praias e belezas naturais. Em Touros faz bastante calor no verão, mas chove mais no inverno. O que alivia um pouco as altas temperaturas são justamente as praias, que refrescam os turistas e moradores.
Mesmo sendo pequena, Touros tem uma razoável rede hoteleira, que vai de simples pousadas a um resort, o Vila Galé, que fica na praia de Touros e tem toda a estrutura de um hotel deste tipo, com piscinas, quartos e espaço para eventos de grande porte.

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Vilarejo
chique

Búzios antes era um distrito da vizinha Cabo Frio – foi somente em 1995 que ela se emancipou e tornou-se um município. Mas bem antes disso, a vila já recebia turistas, que se hospedavam nas casas de pescadores. Por ser um lugar calmo, de águas limpas e beleza singular, sua fama foi aumentando gradativamente – e casas de veraneio passaram a ser construídas. Mas foi a chegada da atriz Brigitte Bardot que o turismo se desenvolveu de vez.
Hoje a estrutura hoteleira é bastante desenvolvida, com hotéis e pousadas voltadas para casais ou famílias. Para chegar a Búzios, o melhor caminho é ir, de avião, até os aeroportos do Rio de Janeiro e, de lá, alugar um carro e seguir por 174 km. Há a opção de ir de ônibus, saindo da rodoviária Novo Rio, na capital fluminense. Há o aeroporto de Cabo Frio, que recebe voos vindos de São Paulo, Campinas e Belo Horizonte somente nos fins de semana.
A cidade tem pouco mais de 30 mil habitantes e, na alta temporada, esse número sobe bastante. Mas tem espaço para todos: Búzios conta também com uma boa rede de restaurantes, bares e casas noturnas. Embora fique no litoral, não faz tanto calor por lá, nem os invernos são tão frios. O mês mais quente é fevereiro, quando faz quase 30°C. Setembro é quando a temperatura fica mais baixa e chega a 19°C.

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Um ponto
na imensidão

Ao andar entre os enormes paredões rochosos dos cânions, os visitantes se sentem pontos minúsculos em meio a toda essa exuberância. Rios, ao longo de milênios, pacientemente esculpiram nas pedras um caminho que foi ficando cada vez mais profundo, e que criou trilhas incríveis. A entrada nos parques Aparados da Serra e da Serra Geral é gratuita e aberta o ano todo, mas é importante levar água e lanches, já que não há pontos de alimentação. Em dias mais quentes, protetor solar e um boné ajudam a proteger a pele e os olhos. Além dos cânions e das trilhas, Cambará do Sul tem aquele clima de cidade do interior. Famílias e amigos se reúnem na cozinha para colocar a conversa em dia, e saboreando um dos pratos típicos de lá: o pinhão na chapa. A rede hoteleira de Cambará do Sul é bem estruturada, com várias pousadas, com estrutura mais simples, e alguns hotéis, como o Cambará Eco Hotel, é 100% sustentável. Ele usa água da chuva que é utilizada nos banheiros, lavanderia e jardinagem, tem aquecimento solar, e estação de tratamento de esgoto própria. Para quem quer curtir os outros atrativos da cidade, agências de turismo oferecem passeios de bote, quadriciclo, jipe, rapel nas cachoeiras e nos paredões – para agradar a todos os gostos!

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Natureza pura

O Parque Nacional da Chapada dos Guimarães tem uma função muito nobre: a de proteger a vegetação, fauna e rios da região. Ele foi criado, no século 20, justamente para conter a degradação ambiental das nascentes e do ecossistema local.
Há vários voos direto de São Paulo para o aeroporto de Chapada dos Guimarães. Já para chegar ao parque, as melhores opções são alugar um carro ou solicitar um por aplicativo, visto que do aeroporto até a entrada do parque são 11 km de distância, pela rodovia Emanuel Pinheiro.
Embora a maioria das atrações do parque tenha acesso livre, alguns locais só devem ser visitados com o auxílio de um guia credenciado e agendamento prévio. O site do parque (www.icmbio.gov.br/parnaguimaraes) tem todas as informações sobre quais atrações estão abertas, como fazer o agendamento e os horários de visitação.
Ao andar pelo parque, não esqueça de levar lanche e água, pois não há restaurantes ou lanchonetes dentro da área do parque. Já a infraestrutura hoteleira da Chapada tem hotéis e pousadas de todos os tamanhos e
acomodações.
É lá também que está o centro geodésico da América do Sul. Neste ponto, a distância dos oceanos Atlântico e Pacífico é a mesma – e outro ótimo local para tirar fotos e dizer que está no meio do continente.

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Natureza pura

O Parque Nacional da Chapada dos Guimarães tem uma função muito nobre: a de proteger a vegetação, fauna e rios da região. Ele foi criado, no século 20, justamente para conter a degradação ambiental das nascentes e do ecossistema local.
Há vários voos direto de São Paulo para o aeroporto de Chapada dos Guimarães. Já para chegar ao parque, as melhores opções são alugar um carro ou solicitar um por aplicativo, visto que do aeroporto até a entrada do parque são 11 km de distância, pela rodovia Emanuel Pinheiro.
Embora a maioria das atrações do parque tenha acesso livre, alguns locais só devem ser visitados com o auxílio de um guia credenciado e agendamento prévio. O site do parque (www.icmbio.gov.br/parnaguimaraes) tem todas as informações sobre quais atrações estão abertas, como fazer o agendamento e os horários de visitação.
Ao andar pelo parque, não esqueça de levar lanche e água, pois não há restaurantes ou lanchonetes dentro da área do parque. Já a infraestrutura hoteleira da Chapada tem hotéis e pousadas de todos os tamanhos e
acomodações.
É lá também que está o centro geodésico da América do Sul. Neste ponto, a distância dos oceanos Atlântico e Pacífico é a mesma – e outro ótimo local para tirar fotos e dizer que está no meio do continente.

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Clima de montanha

Conhecer Itatiaia é vivenciar diferenças grandes de altitude. A cidade está a pouco mais de 500 metros acima do nível do mar – mas tudo muda quando se visita o pico das Agulhas Negras. A altitude por lá beira os 3 mil metros.
Muda tudo: as trilhas ficam mais íngremes e o ar, mais frio. A temperatura muda tanto que, em dias gelados e úmidos, não é difícil ver neve. Em 1985, por exemplo, nevou tanto que a camada de gelo chegou a ter um metro de espessura.
Há duas melhores épocas do ano para visitar Itatiaia. Para quem gosta de esportes aquáticos e se divertir nas cachoeiras, a boa é viajar no verão. Agora, se você gosta de sentir o friozinho da serra, a pedida é ir no inverno.
Dá para ir de avião para Itatiaia – os voos vão até o Rio de Janeiro, que fica a 194 km -, mas não é tão longe ir de carro. De São Paulo até a cidade fluminense são 260 km, ou três horas de viagem. Há também a opção de ir de ônibus, já que há empresas que levam os passageiros direto para Itatiaia.

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Clima de montanha

Conhecer Itatiaia é vivenciar diferenças grandes de altitude. A cidade está a pouco mais de 500 metros acima do nível do mar – mas tudo muda quando se visita o pico das Agulhas Negras. A altitude por lá beira os 3 mil metros.
Muda tudo: as trilhas ficam mais íngremes e o ar, mais frio. A temperatura muda tanto que, em dias gelados e úmidos, não é difícil ver neve. Em 1985, por exemplo, nevou tanto que a camada de gelo chegou a ter um metro de espessura.
Há duas melhores épocas do ano para visitar Itatiaia. Para quem gosta de esportes aquáticos e se divertir nas cachoeiras, a boa é viajar no verão. Agora, se você gosta de sentir o friozinho da serra, a pedida é ir no inverno.
Dá para ir de avião para Itatiaia – os voos vão até o Rio de Janeiro, que fica a 194 km -, mas não é tão longe ir de carro. De São Paulo até a cidade fluminense são 260 km, ou três horas de viagem. Há também a opção de ir de ônibus, já que há empresas que levam os passageiros direto para Itatiaia.

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Clima amazônico

Como tudo na região amazônica, Alter do Chão não foge à regra. O período chuvoso, chamado de inverno, é digno do nome: entre dezembro e maio caem os maiores volumes, e os rios se enchem. Já entre junho e novembro é o verão, quando as chuvas são mais escassas e os bancos de areia ficam mais extensos. O calor de Alter do Chão também chama a atenção. A temperatura média fica em 26°C, mas passa facilmente dos 35° no verão.
Com pouco mais de seis mil habitantes, as ruas e casas térreas se integram à natureza. A rede hoteleira da vila é pequena: se você quer se hospedar lá, e não em Santarém, procure fazer suas reservas com antecedência. Já os restaurantes oferecem pratos da culinária paraense.
Embora Santarém seja a terceira maior cidade paraense, o distrito de Alter do Chão guarda a tranquilidade de um vilarejo. Para se chegar até lá, a primeira parada é no aeroporto de Santarém. De São Paulo, dependendo da companhia aérea, há escalas em Brasília ou Belém.
Já em Santarém, para chegar a Alter do Chão, uma das opções é pegar a rodovia PA-457. Você pode fazer o caminho de táxi, veículo de aplicativo ou alugar um carro. Os 37 km são percorridos em pouco mais de uma hora. Se quiser ir de barco, a viagem dura 3h, com a vantagem de conhecer boa parte da flora local.

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Pequenos morros

São eles que deram o nome à cidade: eles circundam a prefeitura, que faz divisa com Paranaguá e Antonina, outros dois pontos turísticos do Paraná. Foi a descoberta de jazidas de ouro que possibilitou a formação do povoado de Morretes, que acabou se transformando em cidade. Aliás, a estrada da Graciosa, caminho obrigatório para quem vai de carro ou ônibus, era o caminho que os tropeiros utilizavam para descer a serra em direção ao litoral. Há trechos de paralelepípedos, picos, cachoeiras e belas paisagens.
O município tem pouco mais de 16 mil habitantes, e o casario antigo parece fazer o turista viajar no tempo. Mas na hora de se hospedar, a estrutura é moderna. Há hotéis e pousadas para todos os bolsos, em estilos mais antigos e contemporâneos.
Dá para conhecer os pontos turísticos de Morretes em um dia, mas passar uma temporada um pouco maior vale a pena. Assim, o turista consegue visitar os parques com mais tempo, andar pelas trilhas e dar uma esticada até a praia. Sem pressa.

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Pequenos morros

São eles que deram o nome à cidade: eles circundam a prefeitura, que faz divisa com Paranaguá e Antonina, outros dois pontos turísticos do Paraná. Foi a descoberta de jazidas de ouro que possibilitou a formação do povoado de Morretes, que acabou se transformando em cidade. Aliás, a estrada da Graciosa, caminho obrigatório para quem vai de carro ou ônibus, era o caminho que os tropeiros utilizavam para descer a serra em direção ao litoral. Há trechos de paralelepípedos, picos, cachoeiras e belas paisagens.
O município tem pouco mais de 16 mil habitantes, e o casario antigo parece fazer o turista viajar no tempo. Mas na hora de se hospedar, a estrutura é moderna. Há hotéis e pousadas para todos os bolsos, em estilos mais antigos e contemporâneos.
Dá para conhecer os pontos turísticos de Morretes em um dia, mas passar uma temporada um pouco maior vale a pena. Assim, o turista consegue visitar os parques com mais tempo, andar pelas trilhas e dar uma esticada até a praia. Sem pressa.

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Cidade-estado

Brasília não é uma cidade nem um estado, é como se fosse as duas coisas ao mesmo tempo. Na verdade, Brasília está dentro do Distrito Federal (DF) – no mapa do Brasil, o espaço ocupado tem a forma de um quadrado, dentro do estado de Goiás. O DF é dividido em regiões administrativas, que são gerenciadas pelo governador distrital – não há prefeitos nem vereadores, e sim deputados distritais.
O clima em Brasília muda bastante durante o ano. O período chuvoso vai de outubro a abril, e cai tanta água que alagamentos são comuns. O período de seca, quando as chuvas são bem mais escassas, vai de maio a setembro. Os brasilienses estão acostumados com a falta de umidade, mas os turistas podem sofrer um bocado. No verão, as temperaturas chegam com facilidade aos 30°C, e no inverno, podem ficar abaixo dos 10°C.
Por outro lado, em maio os ipês-roxos dão o ar da graça. Em setembro, são os ipês-amarelos que aparecem e colorem a capital federal com sua cor característica. Os últimos ipês que florescem são os brancos, mas sua floração dura menos tempo, em torno de 10 a 15 dias, em outubro.
A localização de Brasília, bem no centro do Brasil, é estratégica também para o transporte: por estar no centro do Brasil, o aeroporto da capital é um dos mais movimentados do País.

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Clima alemão

Para ir a Blumenau de avião, os voos descem ou em Florianópolis ou no aeroporto da cidade de Navegantes, e o trajeto restante é feito de ônibus. Por outro lado, há linhas de ônibus que saem de São Paulo e vão diretamente para Blumenau – a viagem dura, em média, 12 horas. A rede de hotéis de Blumenau é extensa, mas é bom fazer a reserva de quartos com antecedência, especialmente na época da Oktoberfest, quando o número de turistas aumenta bastante.

Além da festa da cerveja, a cidade tem outros eventos durante o ano. Em janeiro, a Sommerfest é uma versão mais compacta da Oktoberfest; a Osterdorf, a vila da Páscoa, atrai turistas nesta época com uma programação especial; e a Magia de Natal, em dezembro, que traz o clima natalino europeu para o Brasil.

A região de Blumenau vale a pena ser visitada. Há outros pontos turísticos catarinenses que ficam próximos, como o parque Beto Carrero, localizado no município de Penha, a 60 km, um dos maiores parques temáticos do Brasil. Para quem quer passar uns dias na praia, Balneário Camboriú está a 67 km de distância e possui praias urbanas e desertas, com uma boa infraestrutura hoteleira. Mais perto, a 30 km, tem a cidade de Pomerode, conhecida como a mais alemã do Brasil, e não é à toa: grande parte da população fala alemão além do português.

 

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Calor

o ano todo

A temperatura não varia tanto ao longo do ano, o que faz de San Andrés um destino perfeito para quem gosta de calor. É melhor viajar entre janeiro e maio, quando chove pouco. Já entre setembro e novembro, além da chuva, aumenta o risco de tempestades tropicais e até mesmo furacões.

O viajante deve tomar a vacina da febre amarela pelo menos dez dias antes de ir, e levar o certificado internacional de vacinação contra a doença. Por outro lado, visitantes brasileiros não precisam levar passaporte para San Andrés: leve somente o RG com, no máximo, dez anos de emissão. San Andrés também não é um destino tão caro. Há pacotes a partir de R$ 2.700 por pessoa para sete noites, incluindo hospedagem e passagem aérea. Os passeios para as ilhas ou destinos especiais podem ser contratados à parte. Também é possível se deslocar de ônibus, táxi, e alugar motocicletas, carrinhos de golfe e bicicletas – a vantagem é poder curtir a paisagem e o vento caribenho no rosto. É importante tomar cuidado com a sinalização precária no trânsito.

 

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Bela geografia

O litoral de Vitória é bastante recortado – isso cria locais como restingas, faixas de vegetação que crescem na areia da praia, e mangues, onde o rio encontra o mar. Além disso, formações de rocha são uma constante na ilha e na parte continental do estado. Isso possibilita o surgimento de morros maciços – sobre um deles está o Convento da Penha, em Vila Velha.

Esses morros circundam a ilha e impedem a entrada de ventos mais frios – o que faz de Vitória a cidade mais quente do estado, com pouca chuva durante o ano. Além das restingas, Vitória também tem florestas tropicais e partes de Mata Atlântica. Os parques da cidade são locais interessantes para conhecer parte desta vegetação.

Como lá é quente praticamente o ano todo, sempre há turistas em Vitória – mas nos meses de férias (dezembro-janeiro e julho) é que a cidade fica mais movimentada. Entre novembro e janeiro é quando mais chove, mas não atrapalha a viagem.

Uma tradição de Vitória são as panelas das paneleiras de Goiabeiras. As artesãs retiram argila do vale do Mulembá, próximo à capital, e fazem dela as panelas de barro mais famosas da cidade. É na Associação das Paneleiras de Goiabeiras que se pode acompanhar todo o processo de fabricação, desde a parte de moldar o barro até a queima das peças, e levar uma para casa como lembrança.

 

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Destino procurado

A cidade é procurada o ano todo, mas são nos meses de férias (dezembro-janeiro e julho), a alta temporada, que ela ferve de turistas. Se quiser viajar nesta época do ano, é fundamental reservar hotéis com bastante antecedência.

Não há voos diretos do Brasil para Cartagena. Geralmente a escala é feita em Lima (Peru), Bogotá, capital colombiana, ou a cidade do Panamá. Se tiver um tempo, é possível planejar uma viagem inserindo no roteiro um passeio por estas cidades onde se faz escalas.

A rede hoteleira é bastante ampla, com opções para vários estilos e bolsos. Mas, antes de viajar, é fundamental tomar a vacina contra febre amarela, e também tirar o certificado internacional de vacinação. Turistas brasileiros não precisam de passaporte: basta levar a carteira de identidade com até dez anos de expedição.

O calor é intenso por lá: por ser uma cidade bastante úmida, especialmente entre maio e novembro, quando chove muito, a impressão é de estar andando em uma sauna. Mas isso não quer dizer que entre dezembro e abril as coisas sejam muito diferentes. Mesmo com menos chuva, Cartagena não deixa de ser menos quente. O ar condicionado é quase onipresente por onde se vai – e os turistas agradecem esse ar mais fresco.

 

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Água que

faz bem

Embora as atrações das termas estejam abertas durante todo o ano, é no inverno que a procura por elas aumenta – tanto por ser período de férias escolares quanto pelas temperaturas mais baixas no centro-sul brasileiro.

Mas por que a água fica quente? Imagine a água da chuva, que se infiltra no solo. Em vez de ir para rios, lagos ou o mar, ela vai penetrando cada vez mais na terra e nas pequenas rachaduras das rochas e vai ganhando temperatura.

Ela não se infiltra para sempre: quando a água chega em rochas mais firmes e sem rachaduras, ela se acumula. Com a temperatura mais alta, a água vai ganhando pressão, e encontra caminhos mais rápidos de escapar para a superfície, formando as fontes termais. As fontes termais também aparecem em locais que possuem vulcões.

Há fontes termais em todos os continentes, e desde a antiguidade que suas águas são bastante apreciadas – vale lembrar dos habitantes dos impérios grego e romano, que possuíam locais públicos para tomar banho, e que são procurados até hoje.

 

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OUTRAS ATRAÇÕES

A cidade tem atrações durante o ano todo: além da Expoflora, tem o carnaval; o dia do Rei, em 27 de abril, que celebra a ascensão ao trono do príncipe Willem Alexander, e que é feriado nacional na Holanda; o aniversário de Holambra, em 27 de outubro, e o Noeland, que acontece entre novembro e dezembro, e é uma grande celebração ao Natal.

Além do passeio para ver muitas flores, Holambra também tem o Rancho da Cachaça, com produção da bebida de forma artesanal; e sítios e fazendas onde é possível fazer trilhas. Para quem quer conhecer a parte gastronômica da cidade, a rua Dória Vasconcelos é onde estão concentrados os principais restaurantes e comércio da cidade. A arquitetura chama a atenção: prédios coloridos e de construção típica holandesa rendem muitas fotos bonitas.

Para quem vai de ônibus para Holambra, a dica é pegar um ônibus que vai para Campinas, Mogi Mirim ou Mogi Guaçu, visto que não há companhias de ônibus que vão diretamente para lá. Dependendo da cidade, informe-se com o motorista onde se pode descer para chegar a Holambra.

Para ir de avião para Holambra, pegue um voo para Campinas e, de lá, pode-se alugar um carro ou ir até a rodoviária e pegar um ônibus para lá, seguindo as orientações do parágrafo anterior: peça ao motorista para te informar onde descer.

 

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antiga fazenda

Antes de se tornar parque, por volta de 1750, a região era uma fazenda, a Fazenda Veadeiros, que tinha plantação de café, trigo e atividade pecuária.
Foi só bem depois, no início do século 20, que se descobriram as minas de quartzo, que atraiu garimpeiros para a região. Mas, com a criação do Parque Nacional, a exploração do mineral diminuiu. Hoje, as minas de quartzo que ficam sob a terra da região são um dos atrativos da Chapada dos Veadeiros.
Dentro do Parque há trilhas e travessias, cada uma tem um limite máximo de visitantes por dia. A Travessia das Sete Quedas pode abrigar até 30 pessoas acampadas por noite. A Trilha dos Saltos recebe 450 pessoas por dia. A dos Cânions, 300 por dia, e a da Seriema, 30.
Prepare-se para encarar as trilhas. Tome um café da manhã reforçado, use protetor solar, repelente, roupas leves, chapéu ou boné, use um sapato fechado e leve água e lanches leves. O sol da região central do Brasil é intenso, mesmo quando o dia está nublado. As cidades do entorno do Parque possuem boa estrutura hoteleira, com hotéis, pousadas e campings.
Dá para visitar o parque durante o ano todo. O período da seca vai de maio a outubro, e o chuvoso, de novembro a abril.
Em alguns locais da região da Chapada existem águas termais, com piscinas naturais que têm água aquecida a 38°C.

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NATUREZA

Amelhor época para visitar o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses é entre os meses de maio e agosto, quando as lagoas estão cheias, mas as atrações locais estão disponíveis durante todo o ano. Duas das lagoas mais famosas dos Lençóis ficam na cidade de Barreirinhas, a Azul e a Bonita. Uma ótima hora para andar por lá é no final de tarde, para ver o pôr do sol entre as dunas e as lagoas. Conheça também o Farol de Preguiças, que, com quase 50 metros de altura, proporciona uma visão incrível dos Lençóis Maranhenses. As cidades de Santo Amaro, Caburé e Atins são mais tranquilas, com uma estrutura hoteleira mais modesta. Em Atins, por exemplo, há passeios de barco pelo rio Preguiças. Outro local para andar é pela rodovia MA-315. Por ela, chega-se à cidade de Tutoia, onde deságua o rio Parnaíba, e forma o famoso delta, que é quando o rio se encontra com o mar, e cria 73 ilhas fluviais entre os estados do Maranhão e Piauí.

 

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Preservação

Em 1981, o Governo Federal atribuiu à Petrópolis o título de Cidade Imperial, o que impediu demolições e construções que descaracterizariam o centro histórico.

Segundo o professor Antonio Eugênio Taulois, do Instituto Histórico de Petrópolis, a partir de 1960 a cidade não conseguiu grandes investimentos de que necessitava para se modernizar e poder enfrentar a crescente concorrência comercial e industrial. O petropolitano então se voltou cada vez mais para a sua tradição, para a urbanização e arquitetura e para a beleza e preservação da sua natureza.

Desde então, segundo o professor, estão sendo feitos grandes esforços pela iniciativa privada e pelo poder público para que esses valores histórico-culturais possam se transformar em riqueza para a cidade.

“Há ações diretas, como investimentos na educação, na divulgação e, principalmente, na transformação da consciência dos que vivem em Petrópolis para que se sensibilizem com esses valores e recebam com toda atenção aqueles que vierem nos visitar”, explica.

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FESTIVAL DE INVERNO ACONTECE ATÉ DIA 28 DE JULHO

O 20º Festival de Inverno de Bonito terá como tema “Arte, Cultura e Meio Ambiente – Edição Comemorativa Revisitando”. O evento está programado para o período de 25 a 28 de julho em diferentes pontos da cidade. A programação do festival tradicional é extensa e vai apresentar oficinas, palestras, cinema, literatura, dança, artesanato, teatro, oficinas de arte, cultura indígena e observação astronômica. Toda a programação é gratuita.

O momento mais esperado são os shows musicais. Neste ano, sobem ao palco da cidade artistas da região e nomes conhecidos da música nacional, como Baiana System, Karina Buhr, Gal Costa, BNegão & Seletores de Frequência e Lenine. Mais informações com a programação do festival podem ser acessadas através do site www.festivaldeinvernodebonito.ms.gov.br.

 

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O ano todo

De acordo com Ricardo Freire, do blog “Viaje na Viagem”, a melhor época do ano para ir à capital de Sergipe é entre setembro e março, quando dificilmente se perde algum dia de praia. “Entre maio e julho pode chover mais do que você gostaria. O diferencial de Aracaju, porém, está justamente em proporcionar mais do que praia, e por isso pode ser visitada o ano inteiro”, explica.
Segundo ele, as festas juninas do estado estão entre as mais animadas do Brasil. “Aracaju monta dois pólos – o Arraiá do Povo, uma cidade cenográfica na Praia de Atalaia onde é possível até aprender a dançar forró, e o ForróCaju, um palco no centro da cidade onde se realizam os mega-shows com as maiores estrelas do gênero”, diz.
O blogueiro conta que visitar cidades do interior é uma ótima ideia em tempos mais frios. No inverno é quando a paisagem do Cânion do Xingó, em Canindé do São Francisco, a 220 quilômetros da capital, segundo ele, fica mais bonita.
Freire explica outra sensação comum entre os turistas: “Aracaju é um desses lugares que despertam no forasteiro a sensação de ter descoberto um lugar onde morar pode ser ainda mais interessante do que visitar”.

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História de Mauá

Foi em 1908 que nasceu o Núcleo Colonial Visconde de Mauá, criado por Henrique Irineu de Souza, filho de Irineu Evangelista de Souza, Visconde que recebeu as terras da região em 1870 como concessão do governo imperial para exploração de madeira. Em 1916 o núcleo foi emancipado pelo presidente da república Venceslau Brás, que dá nome a principal rua da Vila de Visconde de Mauá. O núcleo recebeu grande número de imigrantes de países europeus (como Suíça, Alemanha, Áustria, Portugal, França, Espanha, Polônia, Hungria e Rússia) atraídos pelo sonho de uma nova vida e pela semelhança da Serra da Mantiqueira com os Alpes do Velho Continente. Algumas famílias pioneiras foram responsáveis pela criação das primeiras pousadas. Na década de 1970 vieram os adeptos do movimento hippie, que fizeram de Visconde de Mauá sua “comunidade alternativa”. E, a partir dos anos de 1980, Visconde de Mauá se firmou como região turística, aprimorando sua infraestrutura e se tornando um dos polos mais visitados do Estado do Rio de Janeiro. Uma mistura ideal de clima de montanha, riachos cristalinos, hospitalidade calorosa e tranquilidade típica de vilarejos.

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São Roque se consagra como melhor Turismo Rural de São Paulo

Em maio, a cidade de São Roque se consagrou como o melhor roteiro de Turismo Rural de São Paulo, disputando com mais de 400 cidades. A premiação aconteceu na Assembleia Legislatva do Estado. Na primeira etapa da competição, a cidade foi classificada entre as 39 finalistas na categoria geral e as três mais importantes no segmento rural. Na etapa final, concorreu ao título de campeã com Águas de Lindoia de Paranapanema, sendo vitoriosa. “É com enorme felicidade que trazemos esse prêmio para nossa casa, a nossa São Roque. É muito bom ver o reconhecimento aos esforços de todos, incluindo poder público e iniciativa privada”, disse o Diretor do Departamento de Turismo, Márcio Feltrin. O prefeito Cláudio Góes comentou a satisfação ao ver São Roque destacada e premiada. “É uma vitória de todos. São Roque é linda, é agradável, é admirável e merece estar no topo, como está hoje. Esse mérito é de todos”, comemorou. A classificação veio por conta do prêmio Top Destinos Turísticos, uma iniciativa da ADVB (Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil) e do Skål Internacional São Paulo. Os municípios foram objeto de avaliação por comissão julgadora.

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A queridinha das férias de julho

A cidade de Fortaleza é o destino nordestino mais procurado pelos brasileiros (com 22,38% de interesse) que vão viajar de avião para aproveitar o tradicional período de férias escolares do mês de julho. Isso é o que aponta um recente levantamento da agência virtual de turismo ViajaNet, que apurou o volume de busca de passagens aéreas para o período entre 1º e 31 de julho. Na segunda colocação do ranking do ViajaNet, aparece a cidade do Recife, seguida por São Luís, Salvador e Maceió. Entre os principais atrativos de Fortaleza, destaca-se a característica agitada da cidade, além de abrigar belos pontos turísticos, como a Praça José de Alencar, o Mercado Central e a Praia do Futuro. Para Gustavo Mariotto, head of marketing do ViajaNet, muitos turistas procuraram aproveitar o sol e o calor mesmo no período de inverno brasileiro. “O que mais atrai turistas à cidade de Fortaleza são suas belezas e o clima sempre tropical que a região oferece, movimentando a venda de passagens aéreas”.

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Festa Nacional
do Vinho

Após o hiato de oito anos, o evento retorna com a mesma essência: celebrar a cultura do vinho – o protagonista desse encontro. Por isso, a festa promete uma programação de retorno às origens, retratando o trabalho dos imigrantes italianos que trouxeram a cultura da vinha à cidade. Ambientada como se fosse uma vila típica dos tempos da imigração, a Fenavinho integra áreas de gastronomia, de agroindústria e, claro, de vinícolas, recriando ambientes de época e revitalizando expressões da cultura regional. Essa atmosfera será transmitida por meio de arquitetura, artesanato, hábitos e costumes, vinho, boa gastronomia, teatro, música, entre outras ações interativas com o público, sempre com a bela receptividade do trio de soberanas da festa, a Imperatriz do Vinho Bárbara Bortolini e as Damas de Honra Ana Paula Pastorello e Sandi Marina Corso. Durante os dois finais de semana que antecedem o evento (dias 1º e 2 e 8 e 9 de junho), turistas e comunidade local poderão adquirir taças comemorativas para brindar com vinhos finos ou suco de uva integral a preços acessíveis – servidos das 11h às 18h. Mais informações acesse o site www.giordaniturismo.com.br.

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Corpus Christi em Brotas

No feriadão de Corpus Christi, nada melhor que reunir a família e viajar para curtir a natureza, relaxar e se divertir. Um destino recomendado é Brotas, a apenas 240 km de São Paulo, conhecida como a capital da aventura. A dica de hospedagem fica por cona do Brotas Eco Resort e aproveitar a programação com diversos jantares temáticos, festa junina com fogueira, muitas comidas típicas e música ao vivo. O pacote de 3 diárias, de 20 a 23 de junho, tem tarifas variando a partir de R$ 3.400 para o casal, em regime de pensão completa. Uma criança de até 9 anos é cortesia. E os hóspedes ainda ganham um ingresso por apartamento para visitar a Fundação CEU (Centro de Estudos do Universo), instalado dentro do Eco Resort, e fazer uma sessão de planetário com observação das estrelas. A diversão dos pequenos ficará por conta de uma equipe especializada de monitores. A programação tem arco e flecha, bingo chocolate, aula de dança, cine pipoca, oficina de bijoux, gincana noturna com lanternas e fogueira.

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Conheça mais a Chapada Diamantina

A Chapada nem sempre foi uma imponente cadeia de serras. Há cerca de um bilhão e seiscentos milhões de anos atrás, iniciou-se a formação da bacia sedimentar do espinhaço, onde rios, ventos e mares desempenharam o papel dos agentes modificadores daquela paisagem. As inúmeras camadas de arenitos, conglomerados, e calcários, hoje expostos na Chapada Diamantina, representam as atividades destes agentes ao longo do tempo geológico. Nas ruas e calçadas das cidades da Chapada, lajes de superfícies onduladas revelam a ação dos ventos e das águas que passavam sobre areais antigos. A Chapada Diamantina apresenta-se em geral como um altiplano extenso, com altitude média entre 800 e 1.200m acima do nível do mar. A serra da Chapada abrange uma área aproximada de 38.000 km², representando 7% da área total do Estado da Bahia.

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Turismo brasileiro

Ações e incentivos fiscais do governo do Uruguai fazem crescer número de turistas brasileiros que visitam o país platino. Visitantes têm descoberto outras possibilidades de turismo no Uruguai, como a enogastronomia, congressos, convenções, espetáculos e shows internacionais. Localizado na bacia do Rio da Prata, no sul da América do Sul, o Uruguai é conhecido por ser um país pequeno, tranquilo e seguro, com boas estradas e bons aeroportos. “Nos últimos anos temos chegado a quase meio milhão de brasileiros que viajaram ao Uruguai. Creio que além da segurança, os bons incentivos, descontos de IVA [Imposto sobre valores agregados] para atividades como gastronomia, hotelaria, aluguel de carros, inclusive serviços de catering para festas, faz com que nossos preços tenham uma conveniência importante, e há o sistema de Tax Free, o qual permite que haja um desconto nas compras que o brasileiro realiza nas lojas que aderiram a esse sistema”, afirmou Carlos Fagetti, Diretor Nacional do Turismo do Uruguai. Fagetti acredita também que a variedade de ofertas a boa recepção do povo uruguaio fazem com que os brasileiros tenham no Uruguai um lugar tranquilo para descansar e se divertir. Além disso, há muitos brasileiros que visitam o Uruguai através de cruzeiros.

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Por que conhecer Porto Seguro?

A cidade no sul da Bahia combina história, beleza natural e muito agito para quem curte praia e ritmos baianos. A região também oferece ótimas opções para quem busca paz e tranquilidade. O site Peixe Urbano, maior plataforma de ofertas locais do Brasil, elencou 3 motivos para viajar para a cidade baiana. Confira:

1. O primeiro destino na Costa do Descobrimento
A cidade fica na Costa do Descobrimento, região que marca a chegada dos portugueses ao Brasil. O Centro Histórico é um passeio no tempo, com casinhas, igrejas e museus, além do famoso farol. Boa parte da cidade foi tombada como patrimônio histórico nacional.

2. Vida noturna
A Passarela do Descobrimento – mais conhecida como Passarela do Álcool – é o principal ponto de encontro noturno, com barracas de bebidas, artesanato, bares e restaurantes.

3. Para as crianças
Porto Seguro é um destino ideal para viajar com crianças. A Ilha dos Aquários fica entre Porto Seguro e Arraial d’Ajuda, com programação infantil, aquários, bares e restaurantes, além de shows e pista de dança para os adultos.

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Conheça as curiosidades de Foz do Iguaçu

Um dos destinos mais procurados pelo brasileiro é Foz do Iguaçu. O contato com a natureza, beleza, paisagens e a energia, faz desse lugar único e tem que contar na listinha de viagem de qualquer turista. O Hotel Urbano separou algumas curiosidades do local:

1- O Parque Nacional do Iguaçu tem ao todo 185 mil hectares, sendo hoje a maior área do Brasil destinada à preservação da mata atlântica.

2- O primeiro homem branco a ver as Cataratas do Iguaçu foi o desbravador espanhol Alvar Nuñes Cabeza de Vaca, no ano de 1542. Encantado com a beleza das águas, as batizou de “Cachoeiras de Santa Maria”.

3- Em 11 de novembro de 2011, as Cataratas do Iguaçu foram escolhidas como uma das Sete Maravilhas Naturais do mundo.

4- No lado brasileiro, é possível visitar as cataratas pelo Parque Nacional do Iguaçu, em Foz do Iguaçu. Já pelo lado argentino, onde se situa 80% das quedas d´água, a visitação se dá pela cidade de Puerto Iguazú.

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Campos do Jordão projeta crescimento de 20% para a Páscoa 2019

A cidade de Campos do Jordão estima que suas fábricas e lojas atinjam um volume 20% maior na produção e comércio de chocolate para o período da Páscoa deste ano, em comparação com o mesmo período no ano passado. Existem na cidade 39 empresas que atuam na produção e venda de chocolates. O trabalho nas fábricas para a Páscoa teve início logo após o Carnaval, quando as vendas já confirmaram a projeção de aumento que deverá ser também mantida até o fim da Páscoa. A cidade deve produzir cerca de 60 toneladas de chocolate em 2019. São esperados cerca de 100 mil visitantes durante a Semana Santa, anunciando a Pré-Temporada de Inverno. Todos os atrativos contratam mão de obra extra, o que ocasiona a geração de renda e empregos. As indústrias, lojas e atrativos geram, neste período, cerca de 300 empregos diretos.

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Gastronomia

Estar em uma cidade mineira e não degustar de sua gastronomia é praticamente impossível, mas por quem prefere outros sabores, também encontra por lá. “O restaurante Villa Amarela é uma boa pedida para quem aprecia uma comida de qualidade, com preço justo e considerado o melhor estabelecimento, avaliado por um site de viagens”, afirma a coordenadora Claudia. No Armazém Monte Verde, o cardápio também oferece mais de 50 pratos da cozinha alemã, italiana e brasileira, petiscos e mais de 30 tipos de pizzas, preparadas tipicamente ao modo italiano. Quem aprecia uma boa massa, poderá provar os fettuccines e os risotos. Já o restaurante Trás os Montes é especializado na cozinha portuguesa e mineira, oferecendo 50 opções de pratos típicos e petiscos, incluindo a culinária nacional. Os pratos de melhor referência são o tradicional bacalhau, Alheira de Mirandela, porção de bolinhos de bacalhau, a picanha na pedra e os frutos do mar. Por lá também é possível encontrar boas cervejas, com marcas importadas e uma carta de vinhos de qualidade.

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UMA BOA DICA É EXPLORAR A CIDADE DE BICICLETA

Em Santiago, empresas emprestam bicicletas para hóspedes desfrutarem atrativos da capital chilena. Uma delas é a Ladera Hotel Boutique, que deu dicas de como desfrutar o passeio pela cidade. Veja abaixo:

O Parque Metropolitano, onde fica o Cerro San Cristóbal, é um dos principais pontos turísticos de Santiago e parada obrigatória para quem curte passeios ao ar livre. É reconhecido por ter a maior área verde da cidade e por ser um dos maiores parques urbanos do mundo, e por isso, é muito procurado para piquenique, caminhadas, banho de piscina e para passeios de bicicleta. É lá que também está o zoológico. No alto, uma imagem da Virgem Imaculada Conceição atrai pessoas para fazerem pedidos e orações. O Cerro San Cristóbal é o terceiro mirante mais visitado da cidade, facilmente acessado de bicicleta. O Museu Parque das Esculturas é um museu a céu aberto, que mistura arte com natureza. Para os ciclistas, é passagem obrigatória!

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Cidade Populosa

Buenos Aires é a cidade mais populosa da Argentina, e está localizada na costa oeste do estuário do Rio da Prata, na costa sudeste da América do Sul. A cidade é um distrito autônomo, sendo um destino turístico de primeira classe que oferece uma combinação única de elegância europeia e paixão latino-americana. Famosa como o berço do tango, a cidade também abriga ópera, teatro e arte de primeira classe. Tem uma arquitetura de estilo europeu bem preservada, tradições nativas, restaurantes cheios de vinho da província de Mendoza e cortes de carne fresca da região. Buenos Aires é formada por pequenos bairros altamente individualizados, cada um com suas próprias cores e formas características. O destino atrai e satisfaz turistas de todos os gostos e orçamentos com sua ampla gama de acomodações que incluem hotéis de luxo, hotéis-boutique elegantes e de grandes redes internacionais. Com a chegada do outono, Buenos Aires terá uma agenda de atividades para todos os gostos que se estende até junho. Música, esportes, cultura, cinema e arte são algumas das opções que os turistas poderão desfrutar na cidade portenha. Todas as informações dos dias, locais e horários da programação cultural desse durante o outono estão disponíveis no site: turismo.buenosaires.gob.ar/br

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Cidade praiana com clima de interior

Arraial do Cabo é bem pequena, porém é dona de praias cristalinas e suas opções de lazer são gigantes. Um dos melhores pontos de mergulho do País, Arraial tem vida marinha intensa e fartura de alimento para pequenos peixes. Com um jeitinho interiorano, Arraial do Cabo possui algumas das melhores praias do mundo para conhecer, como a Praia do Forno, um dos cartões-postais da cidade. A praia só pode ser acessada por trilha ou por barco, o que rende uma ótima vista e boas fotos. Além disso na Região dos Lagos raramente chove durante o ano, assim, mesmo no inverno faz bastante calor e muito sol, o que garante turismo o ano todo. Durante anos, Arraial do Cabo pertenceu a Cabo Frio, sendo seu principal distrito. Em 13 de maio de 1985, a cidade teve sua emancipação assinada por Leonel de Moura Brizola, governador do Estado do Rio de Janeiro na época.

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Noronha une preservação ambiental e diversão

Além das praias, baías e natureza riquíssima, Noronha também reserva outras surpresas para os turistas. São 500 anos de história, que tornam o Arquipélago, além de um Patrimônio Natural, um verdadeiro Patrimônio Histórico que merece ser visitado e, sobretudo, preservado. Conheça, nesta seção, um pouco mais sobre Fernando de Noronha, desde sua preservação, passeios e até a gastronomia. O arquipélago de Fernando de Noronha é dividido em Parque Nacional Marinho e Área de Proteção Ambiental. Cada área protege o meio ambiente para assegurar a preservação das espécies e a ocupação humana. Não só as praias e passeios atraem e garantem a diversão da visita a Noronha. O Arquipélago também oferece aos turistas uma rede de restaurantes onde se pode desfrutar desde a culinária regional mais simples até os pratos mais requintados, com destaque para os frutos do mar. Já os bares são ótimas opções tanto durante o dia como à noite, seja para aproveitar o sol e as praias ou para diversão noturna, que também é um forte atrativo turístico para quem for visitar a região.

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Quatro motivos para visitar Paraty:

O ViajaNet, agência de viagens on-line, separou quatro motivos para visitar a cidade em qualquer época do ano:

Arquitetura colonial.

O centro histórico da cidade é um verdadeiro museu a céu aberto. Em suas calçadas compostas por pedras, o visitante vai se encantar com casarões bem preservados e com quatro grandes igrejas.

Diversidade culinária.

Em 2017, Paraty recebeu o título de Cidade Criativa da Unesco para a Gastronomia. Não foi à toa. Com sua culinária tipicamente caiçara, que mescla influências portuguesas, indígenas e africanas, a cidade traz opções para todos os gostos.

Praias paradisíacas.

A maioria das praias está distante do centro histórico, mas pode ser facilmente acessada por estrada, barco ou lancha. Uma opção são os passeios de escunas.

Festejos religiosos.

Paraty tem grande influência da religião católica. As comemorações da Santa, da Festa da Padroeira, Festa do Divino, Festa de São Benedito e de Nossa Senhora do Rosário, mesclam cultura, gastronomia e fé.

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O grupo Hoteleiro diRoma separou algumas curiosidades sobre as águas termais

O descobrimento das águas termais da região se deu em 1722 pelo sertanista Bartolomeu Bueno da Silva em uma de suas explorações em busca de pedras preciosas; Caldas Novas é conhecida no Brasil como ‘a capital das águas quentes’, mas o título de maior manancial termal do mundo a faz reconhecida mundialmente. Ao contrário do que muitos pensam, a história de um vulcão inativo que aquece as águas de Caldas Novas e Rio Quente foi contestada após análises e estudos;

As águas quentes emergem entre 34°C e 58°C em Lagoa de Pirapitinga (em Caldas Novas) e no Rio Quente. As temperaturas são naturais.

No Hotel Roma foi instalada uma torneira de água “quente-fria”, que preserva as propriedades, para o consumo entre os hóspedes;

Por conta da vasodilatação provocada pela temperatura da água e suas propriedades, não é recomendável para as gestantes os banhos de imersão. Todas as piscinas das 12 opções de hospedagem do diRoma são abastecidas com águas termais; Entre os hotéis do grupo existe um inspirado nos antigos banhos romanos.

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Curitiba é considerada a capital nacional da cerveja artesanal

Considerada a capital nacional da cerveja artesanal, a cidade de Curitiba (e região) concentra a maior produção brasileira, com 33 cervejarias e cerca de 400 mil litros mensais.

Desde 2017, a prefeitura municipal lançou o programa Curitibéra, que veio para unir os micro cervejeiros, posicionando a capital como um destino referência da cultura de cerveja artesanal. “Essa cultura veio com as diferentes colonizações europeias que chegaram à cidade, dos alemães, poloneses, ucranianos e russos”, lembrou a presidente do Instituto Municipal de Turismo, Tatiana Turra.

Ela lembra ainda que o programa prevê diversas ações de fomento ao setor, como capacitações, apoio a eventos e o Mapa Cervejeiro de Curitiba e região metropolitana. “Com isso, conseguimos fortalecer a economia da região com a criação de novos produtos turísticos, entre eles a cerveja”, afirmou a presidente do Instituto Municipal de Turismo.

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Destaque

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