Virginia Fonseca cancela novo voo para treinar em academia em Goiânia após polêmica por emissão de CO₂

Influenciadora disse que queria treinar na academia da qual é sócia, mas afirmou ter outros compromissos em São Paulo

Virgínia Fonseca /Reprodução/Instagram

Virgínia Fonseca /Reprodução/Instagram

Virginia Fonseca desistiu de viajar novamente para Goiânia nesta quarta-feira (12/8) para treinar na academia da qual é sócia.

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A decisão ocorre após a influenciadora ser alvo de críticas nas redes sociais por fazer viagens de jatinho entre São Paulo e a capital goiana apenas para frequentar a academia.

Pelos stories do Instagram, Virginia contou que acordou com vontade de embarcar novamente.

Ela, no entanto, disse que precisaria permanecer em São Paulo por causa de outros compromissos.

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“Estou de pé, queria mesmo estar postando aquele story, entrando no avião indo para Goiânia, treinar na WeGYM, porque lá é diferente”, afirmou.

Na sequência, explicou por que não faria a viagem.

“Treinar lá é diferente, mas assim, hoje não será possível, tenho outros compromissos”, disse.

Viagens de jatinho provocaram críticas

A polêmica começou após Virginia realizar viagens entre São Paulo e Goiânia para treinar na WeGYM, academia da qual é sócia.

Entre segunda e terça (11/8), a influenciadora fez o trajeto em seu jatinho particular, um Cessna Citation Sovereign.

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A aeronave é avaliada entre R$ 25 milhões e R$ 45 milhões e o deslocamento entre as duas cidades leva cerca de 1h15 de avião.

A escolha de viajar apenas para realizar o treino provocou críticas de internautas, principalmente relacionadas ao impacto ambiental provocado pelo uso da aeronave.

Críticas ganharam força nas redes sociais

Parte dos comentários questionou a necessidade de utilizar um jatinho particular para realizar uma atividade que poderia ser feita em São Paulo.

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“O mundo se acabando em poluição e a Virginia viajando de jatinho particular só para treinar em outra academia”, escreveu um internauta.

Diante da repercussão, Virginia afirmou nesta quarta que gostaria de repetir o deslocamento, mas decidiu permanecer em São Paulo por causa de sua agenda.

Viagens podem ter gerado toneladas de CO₂

De acordo com os cálculos apresentados na reportagem, o combustível utilizado pela aeronave emite aproximadamente 2,5 quilos de dióxido de carbono para cada litro queimado.

Considerando três deslocamentos realizados entre Goiânia e São Paulo, a estimativa é de aproximadamente 7,2 toneladas de CO₂ emitidas.

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Caso fosse realizado mais um voo de retorno para São Paulo, a estimativa chegaria a 9,6 toneladas de CO₂.

O dióxido de carbono é um dos gases associados ao efeito estufa e contribui para o aquecimento global.