Academia Itanhaense de Letras lança livro em Itanhaém

Para celebrar os 25 anos, lançamento será na terça-feira (19), às 19 horas, na Pinacoteca Municipal Alfredo Volpi

Sobre o título do livro

Sobre o título do livro | Nair Bueno / Diário do Litoral

“Academia veste prata”. Esse é o título do livro a ser lançado na próxima terça-feira (19), às 19 horas, na Pinacoteca Municipal Alfredo Volpi, em Itanhaém, para celebrar os 25 anos da Academia Itanhaense de Letras (AIL).

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“O livro é um marco para a Academia Itanhaense de Letras que completa 25 anos nesta terça-feira. A proposta foi que cada acadêmico participasse do livro e contasse a sua trajetória, em forma de conto, de crônica ou poesia, desde a entrada até os dias atuais”, afirma a presidente da AIL, Elizabeth Cury Bechir Watanabe. 

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Hoje são 24 membros efetivos da Academia, além de mais 29 acadêmicos correspondentes de outras cidades. 
Sobre o título do livro – “Academia veste prata”, Beth explica que foi realizado um concurso interno e cada acadêmico sugeriu o nome, sem a identificação da pessoa. A sugestão escolhida foi a da acadêmica Rosa de Moraes, aprovada por todos.    

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Beth relembra a época da fundação, com a presença de 19 acadêmicos fundadores da AIL. “Eles se reuniram há 25 anos, no dia 19 de julho de 1997, na Casa de Câmara e Cadeia, hoje Casa da Memória Conceição de Itanhaém, para fundar a Academia Itanhaense de Letras”. Atualmente, dos fundadores da AIL, restam apenas os acadêmicos efetivos Lina de Lima e Ernesto Bechelli.

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Beth passou a participar na AIL em 2006 e ocupou o cargo como diretora social. E também assumiu a presidência em quatro gestões seguidas, no período de 2011 a 2019. 

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Entre as principais atividades da AIL destacam-se diversas exposições, visitas às escolas com palestras sobre a importância da leitura aos alunos, saraus e lançamentos de livros dos acadêmicos.

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A divulgação sobre o lançamento do livro está sendo feita pelas redes sociais e via Whatsaap para entidades culturais de toda a região. A organização do livro foi feita pela editora Arché. 

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Interessados em prestigiar o evento podem comparecer na Pinacoteca Municipal, na terça-feira (19). O livro, no valor de R$ 70,00, pode ser comprado no lançamento ou em contato com a editora Arché – arché@archeeditora.com.br.

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SARAU.
Haverá ainda ainda um sarau, em comemoração aos 25 anos de fundação da AIL. O sarau “Modernismo 100 anos depois”, acontece com a apresentação do grupo “Cantos Literários”, de Santos, na segunda-feira (18), a partir das 17 horas, no Gabinete de Leitura José Rosendo, na praça Carlos Botelho, 149, no centro de Itanhaém.

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HISTÓRIA.
No final dos anos 1980, havia um antigo morador e amante das artes e das letras em Itanhaém, Antônio Simões de Carvalho, mais conhecido como seu “Carvalhinho”, já falecido. 

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Nessa época, em virtude de um concurso de poesias realizado na cidade, seu “Carvalhinho” convidou os participantes do concurso para as reuniões mensais em sua casa. 

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Nas reuniões, regadas a literatura, surgiu o Galpão de Itanhaém – Grupo de Apoio às Letras, Poesias e Artes Ocorrentes. O grupo começou a promover alguns movimentos e ações culturais na Cidade, como exposições de poemas em varais e cordéis. 

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Outro amante das letras e das artes foi o professor Rubens Maranhão, também falecido. Ele foi o maior incentivador para que fosse fundada uma Academia de Letras, em Itanhaém, em 19 de julho de 1997.

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Mais uma das fundadoras da AIL foi a professora Cely Apparecida Faria Spina, que faleceu em setembro de 2020. O seu nome foi indicado para o Centro de Línguas e Literatura de Itanhaém, inaugurado em abril deste ano.