Nº de reclamações de barulho na cidade de SP em 2022 é maior que antes de pandemia

O maior número de reclamações  é relacionado ao barulho de obras na capital

Índice é calculado com base em preços coletados nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre

Moema, na capital paulista | Thiago Neme/Gazeta de S.Paulo

Os registros de reclamações sobre barulho na capital paulista foi maior no primeiro semestre deste ano do que no mesmo período de 2019, antes da pandemia, de acordo com a Prefeitura.

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O canal 156 usado para estas reclamações, recebeu, de janeiro a junho de 2019, 4.653 queixas sobre barulho. No ano passado, ainda com as restrições da pandemia, este número foi de 3.519. Neste ano, as queixas chegaram a 6.877 registros. 

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O maior número de reclamações no âmbito da lei do Psiu – Programa de Silêncio Urbano –  é relacionado ao barulho de obras na capital. O texto conta com informações do “g1”.

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A administração municipal informou que existem 3 tipos de multas para irregularidades em obras na cidade. A primeira é no valor de R$ 13,2 mil. A segunda é de R$ 26,5 mil. E a terceira multa fica em R$ 40 mil, o que prevê a interdição administrativa da obra.

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Um decreto de setembro de 2021 estabeleceu limites para os ruídos. Entre segunda e sexta-feira, o limite de pressão sonora é de 85 decibéis para o período entre às 7h e 19h. O ruído precisa diminuir a partir desse horário. 

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Aos sábados, entre 8h e 14h, o limite é de 85 decibéis. Já entre 14h e 8h, fica em 59 decibéis. Aos domingos e feriados, durante o dia todo, a medida também é de 59 decibéis.