PM e Metrô fecham parceria para reforçar segurança nas estações

Convênio prevê o reforço de 180 policiais de folga atuando nas estações e linhas do Metrô da cidade de São Paulo

Decisão do STF de outubro prevê que o poder público deve ofertar transporte urbano coletivo gratuito em todo o país nas datas das eleições

Movimentação no Metrô de São Paulo, que tem registrado aumento de criminalidade | Ettore Chiereguini/Gazeta de S. Paulo

A Polícia Militar fechou nesta quarta-feira um convênio com o Metrô para tentar coibir roubos e episódios de violência nas estações, crimes que vêm aumento nos últimos meses. O convênio prevê o reforço de 180 policiais de folga atuando nas estações e linhas desse transporte na capital paulista.

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Segundo a Secretaria de Segurança Pública, esses policiais vão trabalhar em regime de diária especial por jornada extraordinária de trabalho militar (Dejem), que foi contratada pelo Metrô. De acordo com a secretaria, esse trabalho será feito por adesão voluntária, ou seja, os policiais militares que desejarem poderão concorrer às 180 vagas que foram abertas.

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“Teremos policiais fardados, armados e com comunicação externa para solicitar apoio policial da área [externa], se necessário”, disse Álvaro Batista Camilo, secretário-executivo da Polícia Militar.

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A cada semestre, uma comissão formada por membros do Departamento de Operações do Metrô e da Área Operacional da PM vão definir que estações devem receber maior reforço de segurança.

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“A parceria com a PM vai trazer mais segurança ao nosso sistema. Nossos agentes vão poder atender ainda melhor os passageiros e os policiais militares vão auxiliar na coibição de crimes nas nossas 4 linhas”, disse Silvani Pereira, diretor-presidente do Metrô.

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O custo mensal do convênio poderá chegar a R$ 1,4 milhão por mês, de acordo com a quantidade de policiais que aderirem. A parceria começa a funcionar em outubro deste ano e valerá por 15 meses, podendo ser prorrogada até o limite de cinco anos.