São Paulo inaugura dois equipamentos para vítimas de violência

Os equipamentos lançados em Dracena e Osvaldo Cruz são destinados ao acolhimento e proteção de mulheres e seus filhos, que estão sob medida protetiva

Governo de São Paulo junto com a Secretária de Desenvolvimento Social anunciam dois novos equipamentos para vítimas de violência

Governo de São Paulo junto com a Secretária de Desenvolvimento Social anunciam dois novos equipamentos para vítimas de violência | Divulgação/ Governo de SP

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A Secretária de Desenvolvimento Social, do Governo de São Paulo, inaugurou nesta segunda (4) duas unidades de Serviço de Acolhimentos Institucional para Mulheres Vítimas de Violência, em Dracena e Osvaldo Cruz, ambas cidades no interior de São Paulo. O investimento do Estado é de mais de R$ 1 milhão.

Os equipamentos lançados em Dracena e Osvaldo Cruz são destinados ao acolhimento e proteção de mulheres e seus filhos, que estão sob medida protetiva, quando correm risco de vida ou ameaças em razão de violência doméstica e familiar.

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“A violência contra a mulher é um crime covarde. Como Estado, temos que prover para as mulheres e seus filhos um local seguro, com toda infraestrutura necessária, onde ela receba apoio para retomar a vida, recuperando sua dignidade e autonomia”, afirma o secretário de Desenvolvimento Social, Gilberto Nascimento.

As entregas integram o conjunto de medidas que a gestão paulista realiza neste mês de março, em que se celebra o Dia Internacional da Mulher.
 

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Nesses abrigos, cuja localização é sigilosa, as mulheres podem permanecer por até seis meses. Além de moradia, recebem alimentação e são encaminhadas para tratamento de saúde. Elas ainda recebem orientação para buscar emprego, para que possam adquirir autonomia profissional e financeira.

Cada abrigo tem capacidade para receber cerca de 20 pessoas, incluindo mulheres e filhos sob sua responsabilidade. Com as novas entregas, são mais de 60 unidades do tipo no estado, com cerca de 1200 vagas.

Disque 100

Um canal de denúncias importante é o Disque 100, do Governo Federal, vinculado ao Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania. As ligações são gratuitas, as denunciantes não precisam se identificar e o serviço funciona 24 horas por dia.

Denúncias

As mulheres que estiverem sendo ameaçadas ou agredidas devem procurar uma delegacia e fazer um Boletim de Ocorrência (BO). Também podem procurar o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) que avaliará a situação e a viabilidade de acesso delas ao Serviço de Acolhimento Institucional para Mulheres Vítimas de Violência.

*Texto sob supervisão de Matheus Herbert