Apenas três equipes podem se orgulhar de nunca terem sido rebaixadas da Série A do Campeonato Brasileiro. São elas: Cuiabá, Flamengo e São Paulo.
Para o futebol paulista, o Brasileirão de 2024 passa por dois destaques. Um deles é a ausência do Santos, que disputa a Série B neste ano após a primeira queda em toda a sua história.
Outro fator que chama a atenção é a luta do Corinthians para fugir do Z-4, o que ocasionaria o segundo rebaixamento em sua história.
Quais os times que caíram mais vezes para a Série B do Brasileirão?
O Palmeiras amarga duas quedas e os líderes do quesito já passaram pelo descenso sete vezes. Ou seja, o Corinthians busca evitar igualar a marca negativa do maior rival, o alviverde paulista.
Veja a tabela abaixo dos clubes rebaixados.
7 rebaixamentos
Apenas três equipes conseguiram a proeza de serem rebaixados por sete vezes, sendo os clubes com mais rebaixamentos na história.
- América-MG (1993, 1998, 2001, 2011, 2016, 2018 e 2023)
- Coritiba (1989, 1993, 2005, 2009, 2017, 2020 e 2023)
- Goiás (1982*, 1993, 1998, 2010, 2015, 2020 e 2023)
6 rebaixamentos
Uma dupla de clubes nordestinos dividem o histórico de seis rebaixamentos cada.
- Sport (1989, 2001, 2009, 2012, 2018 e 2021)
- Vitória (1982*, 1991, 2004, 2010, 2014 e 2018)
5 rebaixamentos
Avaí e Santa Cruz atingiram a marca de cinco rebaixamentos. O Avaí marcou esse registro em um período de apenas 11 anos.
- Avaí (2011, 2015, 2017, 2019 e 2022)
- Santa Cruz (1988, 1993, 2001, 2006 e 2016)
4 rebaixamentos
Com quatro rebaixamentos, há três equipes. O destaque fica para o Vasco da Gama, grande clube do Rio de Janeiro.
- Criciúma (1988, 1997, 2004 e 2014)
- Fortaleza (1983*, 1993, 2003 e 2006)
- Vasco (2008, 2013, 2015 e 2020)
3 rebaixamentos
Já entre os clubes que caíram três vezes, o número sobe consideravelmente. Ao todo, 16 equipes passaram pela situação.
- América-RN (1982*, 1998 e 2007)
- Athletico (1989, 1993 e 2011)
- Atlético-GO (2012, 2017 e 2022)
- Botafogo (2002, 2014 e 2020)
- Ceará (1993, 2011 e 2022)
- CSA (1982*, 1983* e 2019)
- Figueirense (2008, 2012 e 2016)
- Grêmio (1991, 2004 e 2021)
- Guarani (1989, 2004 e 2010)
- Joinville (1982*, 1983* e 2015)
- Juventude (1999***, 2007 e 2022)
- Náutico (1994, 2009 e 2013)
- Paraná (1999***, 2007 e 2018)
- Paysandu (1983*, 1995 e 2005)
- Ponte Preta (2006, 2013 e 2017)
- Portuguesa (2002, 2008 e 2013)
2 rebaixamentos
Um total de 10 equipes já foram rebaixadas em duas ocasiões. Confira quais são:
- Botafogo-SP (1999*** e 2001)
- Chapecoense (2019 e 2021)
- Desportiva (1982* e 1993)
- Ferroviário-CE (1982* e 1983*)
- Fluminense (1996** e 1997)
- Gama (1999*** e 2002)
- Mixto (1982* e 1983*)
- Palmeiras (2002 e 2012)
- União São João (1995 e 1997)
- Bragantino (1996** e 1998)
1 rebaixamento
A posição de quase invictas, que considera os clubles foram rebaixados apenas uma vez, abrange 25 equipes. O último a se juntar a lista foi o Santos. rebaixado pela primeira vez em 2023.
- América-RJ (1988)
- Atlético-MG (2005)
- Bangu (1988)
- Brasília (1983*)
- Brasiliense (2005)
- Corinthians (2007)
- Cruzeiro (2019)
- Galícia (1983*)
- Grêmio Prudente – antigo Grêmio Barueri (2010)
- Internacional (2016)
- Internacional-SP (1990)
- Ipatinga (2008)
- Itabaiana (1982*)
- Juventus-SP (1983*)
- Moto Club (1983*)
- Nacional-AM (1982*)
- Remo (1994)
- Rio Branco-ES (1983*)
- River-PI (1982*)
- Santos (2023)
- São Caetano (2006)
- São José-SP (1990)
- Santo André (2009)
- Taguatinga (1982*)
- Treze (1983*)
*Nos campeonatos de 1982 e 1983, os times eliminados na primeira fase ou na fase de repescagem do Campeonato Brasileiro eram rebaixados para a Taça de Prata e, na mesma temporada, jogavam as fases finais da Série B.
**No ano de 1996, Fluminense e Bragantino foram rebaixados. Todavia, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), anulou o descenso após denúncias de um esquema de suborno envolvendo o então presidente da Comissão Nacional de Arbitragem de Futebol da época.
***Em 1999, Botafogo-SP, Gama-DF, Juventude e Paraná foram rebaixados em campo. O time do Distrito Federal entrou na justiça devido ao São Paulo ter escalado um jogador irregular – o famoso “caso Sandro Hiroshi” – e, com isso, conseguiu anular o rebaixamento. Isso fez inclusive com que a CBF perdesse o direito de organizar o torneio em 2000, dando origem à Copa João Havelange.
