Na última semana, a designer de interiores e paisagista Ana Ferrari publicou em seu Instagram uma série de plantas consideradas verdadeiras “joias raras”.
As imagens chamaram atenção por mostrar espécies raras, com cores e desenhos incomuns nas folhas.
A especialista também compartilhou orientações simples de cultivo, principalmente sobre iluminação e rega, dois fatores que fazem diferença no crescimento saudável dessas plantas.
A seguir estão algumas das espécies apresentadas por ela e dicas práticas para cuidar de cada uma.
1. Monstera albo deliciosa
Conhecida popularmente como costela-de-adão variegata, a Monstera deliciosa variegata, chama atenção pelas folhas verdes com manchas brancas. Essa variação ocorre por uma mutação natural que reduz a produção de clorofila em partes da folha.
Ela é comum em coleções de plantas ornamentais e vive bem em ambientes internos iluminados. Um fato curioso é que cada folha nasce com um desenho diferente, o que torna cada exemplar único, algo muito valorizado por colecionadores.
Segundo Ana Ferrari, o ideal é manter a planta em luz indireta, perto de uma janela com boa claridade, mas sem sol direto.
A rega deve ser moderada, sempre observando se o solo já está levemente seco antes de molhar novamente.
2. Anthurium clarinervium
O nome popular da Anthurium clarinervium é antúrio-aveludado. Ele chama atenção pelas folhas em formato de coração e pelos veios brancos bem marcados, que criam contraste com o verde escuro.
Essa planta é originária do México e costuma ser encontrada em ambientes tropicais úmidos. Um fato curioso é que ela cresce naturalmente em troncos de árvores, usando raízes aéreas para se fixar, comportamento comum em plantas epífitas.
Ana Ferrari orienta manter a planta em local com luz filtrada, como perto de uma cortina leve.
Também recomenda umidade mais alta. Isso pode ser feito borrifando água nas folhas e regando com frequência.
3. Philodendron pink princess
Conhecida como filodendro rosa, a Philodendron erubescens Pink Princess é uma das plantas mais procuradas por causa das manchas rosadas nas folhas. A coloração ocorre por alteração genética que afeta os pigmentos naturais.
Ela costuma ser cultivada dentro de casas ou apartamentos. Quanto melhor a iluminação indireta, maior a chance de surgirem áreas rosadas nas folhas, como perto de uma janela bem iluminada.
A rega deve acontecer quando a camada superior da terra estiver seca ao toque, o que normalmente ocorre alguns dias após a última irrigação.
4. Aglaonema pictum tricolor
A Aglaonema pictum tricolor, ou aglaonema camuflada, ganhou esse apelido por causa do desenho das folhas, que lembra uma estampa militar com tons de verde claro, escuro e cinza.
Essa planta é originária de florestas tropicais da Ásia, principalmente da Indonésia e da Malásia.
Ela cresce naturalmente em áreas sombreadas, sob a copa de árvores maiores, o que explica sua preferência por ambientes com luz suave.
Segundo Ana Ferrari, o ideal é manter a planta em luz difusa, sem exposição direta ao sol.
A rega deve ser regular, mantendo o solo levemente úmido. Um exemplo simples é verificar a terra com o dedo e regar quando ela estiver começando a secar.
5. Philodendron white knight
Conhecida como filodendro branco, a Philodendron White Knight chama atenção pelas folhas com manchas brancas e pelos caules que podem apresentar partes claras e escuras ao mesmo tempo.
Essa combinação cria um visual contrastante e bastante valorizado no paisagismo, da mesma forma que as três marias, mais conhecida como buganvília.
Ela é comum em coleções de plantas raras e pode ser cultivada em ambientes internos.
Para isso, a planta deve ficar em local com luz indireta constante. A rega deve ser moderada, evitando encharcar o solo. Ou seja, regue apenas quando a superfície da terra estiver seca, mantendo a umidade equilibrada para evitar o apodrecimento das raízes.





