Lipedema: o que é a doença cujo tratamento fez Yasmin Brunet perder 14 kg?

O lipedema foi considerado como doença em 2022 pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Saiba mais

Lipedema: saiba o que é e quais são os sintomas

Lipedema: saiba o que é e quais são os sintomas | vmulero / freepik

Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV), dr. Armando Lobato, o lipedema é uma doença crônica caracterizado pela deposição anormal de gordura nos membros inferiores, podendo, às vezes, afetar os membros superiores.  

Os dados do Instituto Lipedema Brasil dizem que cerca de 10% das mulheres no mundo são afetadas pela doença, com mais de 10 milhões de brasileiras, possivelmente, desconhecendo sua condição.

Com isso, A Gazeta te conta os sintomas, os tipos de lipedema e dicas para que esse tipo de problema possa ser evitado.

Sintomas do lipedema

Segundo a SBACV, os sintomas que caracterizam a doença são: inchaço, dores, sensação de peso nos membros e fragilidade capilar.

Os fatores como alimentação inadequada, falta de exercício físico, e predisposição hereditária, podem potencializar o desenvolvimento do lipedema, impactando na mobilidade do paciente.

Os tipos de lipedema

Os tipos de lipedemaOs tipos de lipedema / Foto: natbasil – Freepik

 

Conforme a SBACV, o lipedema é categorizado em cinco tipos distintos: 

  • Tipo I: afeta a região que vai do umbigo até os quadris; 
  • Tipo II: atinge a área até os joelhos, com o acúmulo de tecido gorduroso nas partes lateral e inferior dos joelhos; 
  • Tipo III: se estende até os tornozelos, formando uma espécie de “manguito” de gordura logo acima dos pés; 
  • Tipo IV: impacta os braços, frequentemente associado aos tipos II e III; 
  • Tipo V: limita-se à região abaixo dos joelhos.

Dicas para tratar a doença

Segundo o presidente da SBACV, Dr. Armando Lobato, separou algumas dicas para ajudar a população a cuidar da saúde caso esteja acometida com a doença:

“É importante ter uma dieta balanceada, realizar exercícios físicos regularmente, fazer uso de meias de compressão, drenagens linfáticas manuais realizadas por profissionais qualificados, ter cuidado com níveis elevados de estresse e manter as suas consultas com o médico-cirurgião vascular ou angiologista em dia”.