Trem amanhece pichado em SP com pedido de ‘Volta CPTM’ após problemas nas linhas 11, 12 e 13

Composição da Série 7000 foi pichada na zona leste de São Paulo dias após as falhas que interromperam a circulação das linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade

Fotografia diurna de dois trens da CPTM nas cores vermelha e cinza estacionados lado a lado em um pátio sobre os trilhos. O trem da esquerda exibe a identificação Q020 e o logotipo da CPTM na frente. O trem da direita, com identificação Q004, traz uma pichação em tinta branca no para-brisa frontal com a mensagem "VOLTA CPTM". Em primeiro plano, vê-se uma estrutura de concreto com vegetação e, ao fundo, fiação aérea sob céu nublado

Pichação está em trem da Série 7000 estacionado entre as estações Belém e Tatuapé, na zona leste de São Paulo - Reprodução/Redes Sociais

Imagens que circularam nas redes sociais durante o final de semana mostram um trem da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) pichado com “Volta CPTM”.

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A frase foi escrita em um trem da Série 7000 estacionado entre as estações Belém e Tatuapé, na zona leste de São Paulo, no último sábado (25/7).

O trem está parado em um estacionamento de composições onde já foram registrados desenhos em outros carros da companhia.

De acordo com a CPTM, o trem alvo da pichação faz parte da frota da estatal, e que atualmente não está em circulação, portanto, não afetou o atendimento aos passageiros.

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Além disso, a CPTM informou que segue investigando as circunstâncias do ato de vandalismo.

Pichação ocorre após falhas da Trivia Trens

A pichação ocorreu após um trem da Trivia Trens apresentar uma falha e afetar a circulação das linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade. A concessionária assumiu o controle das linhas na última terça-feira (21/7).

Um trem pegou fogo próximo à estação Bresser-Mooca por volta das 5h40 da última quinta-feira (23/7).

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Passageiros precisaram andar sobre os trilhos antes mesmo do dia clarear, utilizando a lanterna dos celulares para iluminar o caminho.

Policiais militares ajudaram passageiros a sair dos trilhos. Alguns optaram por pular um muro da estação com ajuda de um caminhão parado na rua.

Em nota, a concessionária informou que ”por questões de segurança, foi necessário realizar o desembarque assistido dos passageiros que estavam em uma composição na região da Estação Brás, com acompanhamento das equipes operacionais da concessionária”.

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Após a falha, a Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) determinou o retorno da CPTM à concessão das linhas por pelo menos mais 90 dias.

Veja fotos de como ficou o trem da CPTM após o incêndio