Lula se solidariza com Trump após tiros em jantar: ‘o Brasil repudia veementemente o ataque’

Presidente norte-americano afirmou que o atirador agiu sozinho; não houve feridos

Além de Lula, outros líderes internacionais também condenaram o episódio

Além de Lula, outros líderes internacionais também condenaram o episódio | Ricardo Stuckert/PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) publicou uma mensagem em suas redes sociais neste domingo (26/4) se solidarizando com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, à primeira-dama Melania Trump e aos participantes do jantar em Washington que registrou um ataque vindo de um atirador.

Sobre o ataque

Na noite deste sábado (25/4), Trump foi retirado às pressas do jantar com a esposa dele após barulhos de tiros no local. A polícia identificou um homem armado que efetuou disparos e tentou invadir o local. O suspeito chegou a acertar um dos agentes oficiais, que estava de colete à prova de balas e não se feriu.

Segundo o presidente norte-americano, o atirador agiu sozinho como um “lobo solitário”. As autoridades do país investigam as falhas de segurança do evento e as possíveis motivações do ataque. Segundo as informações oficiais, ninguém ficou ferido.

Mensagem de Lula

Na manhã deste domingo (26/4), Lula classificou o ocorrido como uma “afronta aos valores democráticos” e afirmou que “o Brasil repudia veementemente o ataque”. 

Na publicação, Lula afirmou que o Brasil “repudia veementemente o ataque” e classificou a violência política como uma afronta aos valores democráticos.

“Minha solidariedade ao presidente Donald Trump, à primeira-dama Melania Trump e a todos os presentes no jantar com correspondentes em Washington. O Brasil repudia veementemente o ataque de ontem à noite. A violência política é uma afronta aos valores democráticos que todos devemos proteger”, escreveu o presidente.

O episódio ocorreu durante um jantar de gala que reunia jornalistas, autoridades e convidados em um hotel na capital americana. 

Além de Lula, outros líderes internacionais também condenaram o episódio e reforçaram a defesa da democracia e do diálogo político como pilares do sistema internacional.