Michelle atualiza situação de Bolsonaro antes de cirurgia; ex-primeira-dama pede orações

Procedimento será realizado no ombro direito do ex-presidente

Pedido da defesa de Bolsonaro para prisão domiciliar se baseou na condição de saúde do ex-presidente

Pedido da defesa de Bolsonaro para prisão domiciliar se baseou na condição de saúde do ex-presidente | Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

A ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro, informou, por volta das 9h desta sexta-feira, 1º de maio, que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi encaminhado para o centro cirúrgico do Hospital DF Star, em Brasília, para a realização de um procedimento no ombro direito.

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A previsão dos médicos é que a preparação leve por volta de duas horas. O procedimento deve demorar cerca de três horas.

A cirurgia tem por objetivo a reparação do manguito rotador e de lesões associadas. A área que será submetida ao procedimento é composta por quatro músculos e seus respectivos tendões.

O manguito rotador também envolve a articulação do ombro e garante estabilidade. A cirurgia foi indicada depois que o ex-presidente relatou dores persistentes no local, que resultavam na limitação dos movimentos.

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Mais cedo, pelas redes sociais, Michelle anunciou que estava a caminho do hospital com o ex-presidente. A internação aconteceu por volta das 6h desta sexta-feira. Ela pediu orações pelo marido.

“Peço aos meus irmãos em Cristo que orem pelo procedimento cirúrgico do meu galego. Cremos, pela fé, que já deu tudo certo! O Senhor é bom em todo tempo”.

Autorização da cirurgia e prisão domiciliar 

A cirurgia foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, relator do processo que resultou na condenação do ex-presidente a 27 anos e três meses de prisão por liderar uma tentativa de golpe de Estado.

Bolsonaro está proibido de receber visitas, incluindo de advogados. A ex-primeira-dama é a única autorizada a encaminhá-lo ao hospital.

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O ex-presidente também permanece sob vigilância contínua da Polícia Militar do Distrito Federal, com controle de acesso à unidade de saúde.

Moraes determinou que as regras da prisão domiciliar seguem em vigor enquanto Bolsonaro estiver internado, incluindo as restrições de comunicação.