Aquele dinheiro inesperado da restituição do imposto de renda pode aliviar muito o orçamento e é perfeito para começar a planejar uma viagem. Para quem deseja sair do país, há destinos onde você pode se sentir rico gastando poucos reais.
Destinos da América do Sul e alguns países da Europa Oriental aparecem entre os lugares onde o real apresenta maior poder de compra neste momento.
Especialistas em turismo e economia apontam que acompanhar o valor das moedas estrangeiras e entender as novas regras tributárias ajuda o consumidor a organizar melhor o orçamento anual.
Mudanças no imposto de renda e impacto no bolso
Nos últimos anos, o governo federal promoveu ajustes no sistema tributário para tentar reduzir a carga sobre trabalhadores de renda menor. Uma das propostas discutidas prevê ampliar a faixa de isenção do Imposto de Renda para salários de até R$ 5 mil mensais.
Medidas desse tipo fazem parte de uma estratégia mais ampla de reorganização fiscal. A ideia é aliviar a pressão tributária em determinadas faixas de renda e compensar a perda de arrecadação com novas regras para rendimentos mais altos.
Segundo informações divulgadas pela Receita Federal e repercutidas em reportagens sobre quem precisa declarar o Imposto de Renda, milhões de brasileiros prestam contas ao Fisco todos os anos, e o número de declarações costuma ultrapassar 46 milhões.
Especialistas apontam que mudanças na tabela do imposto podem aumentar a renda disponível para consumo e lazer. Entre os gastos que costumam aparecer nesse planejamento está a viagem internacional.
Onde o Real rende mais
Além da renda disponível, outro fator decisivo para quem pensa em viajar ao exterior é o valor do câmbio. Quando o real se valoriza em relação a determinadas moedas, o custo total da viagem tende a cair.
Em 2026, destinos com moedas mais fracas ou economias menos dolarizadas costumam apresentar melhor custo para brasileiros. A lógica é simples: quanto maior o poder de compra do real, menor o gasto em hospedagem, alimentação e transporte.
Entre os destinos que frequentemente aparecem em rankings de custo-benefício estão países da América do Sul, do Leste Europeu e algumas regiões da Ásia.
- Argentina
- Colômbia
- Turquia
- Hungria
- Vietnã
Nesses locais, o custo de hospedagem e alimentação costuma ser mais baixo quando comparado a destinos tradicionais como Estados Unidos ou Europa Ocidental.
América do Sul lidera viagens econômicas
Para brasileiros, a América do Sul continua sendo uma das regiões mais acessíveis. A proximidade geográfica reduz o custo das passagens e a variação cambial costuma favorecer o turista do Brasil em determinados períodos.
Países como Argentina e Colômbia frequentemente aparecem em listas de destinos baratos. Além do câmbio, o custo de vida local influencia diretamente o orçamento de quem viaja.
Outro fator que pesa é a facilidade logística. Muitos destinos sul-americanos permitem viagens curtas, o que diminui gastos com transporte e hospedagem.
Planejamento financeiro faz diferença
Especialistas em turismo recomendam acompanhar o câmbio ao longo do ano antes de comprar passagens ou reservar hospedagens. Pequenas variações na moeda podem alterar significativamente o custo final da viagem.
Outro ponto importante é manter a organização financeira. Reportagens sobre declaração do Imposto de Renda e prazos para evitar multa mostram que o planejamento das finanças pessoais também passa pela regularidade fiscal.
Quem mantém as contas em dia tem mais previsibilidade para planejar gastos com lazer, incluindo viagens internacionais.
Perguntas frequentes
Quais destinos baratearam com real forte?
Argentina, Colômbia e Turquia lideram pela desvalorização local.
Prazo da declaração IR 2026?
De 23 de março a 29 de maio.
Real vale quanto em pesos argentinos?
Quase 2 pesos por real, barateando tudo na vizinha.


