A BYD anunciou nesta semana a expansão de sua atuação no programa Move Brasil, iniciativa do governo federal voltada para impulsionar a renovação de frotas e facilitar o acesso a veículos limpos e eficientes por parte de motoristas de aplicativo e taxistas.
Com a recente aprovação governamental, novos modelos da empresa chinesa passam a integrar formalmente a lista de opções elegíveis. São eles: o sedã King, os utilitários Song Pro e Song Pro Flex, além do compacto Atto 2.
O objetivo da montadora visa atender às demandas específicas do mercado profissional brasileiro, oferecendo alternativas que aliam economia operacional, alta tecnologia e menor impacto ambiental para aqueles que rodam centenas de quilômetros diariamente nas metrópoles do país.
Para os profissionais do volante, que lidam constantemente com a alta volatilidade e o peso dos custos com combustíveis fósseis em suas planilhas mensais, a inclusão desses veículos representa uma oportunidade estratégica, permitindo que contem com opções híbridas e elétricas altamente competitivas que prometem reduzir drasticamente os gastos com abastecimento e manutenção.
Ao mesmo tempo, o programa Move Brasil fortalece sua premissa de descarbonização dos grandes centros urbanos ao incentivar a substituição de automóveis convencionais antigos por frotas eletrificadas, impulsionando simultaneamente o mercado interno e gerando um ecossistema mais favorável para a infraestrutura de recarga e serviços automotivos associados.
Move Brasil sobe teto para R$ 200 mil e ganha novos carros
O Move Brasil ampliou, neste mês de agosto, as possibilidades para motoristas de aplicativos e taxistas que buscam financiamento de veículos.
A mudança elevou o limite para R$ 200 mil e atualizou as regras sobre os modelos que podem participar do programa.
O que mudou no limite do Move Brasil
O teto para automóveis passou de R$ 150 mil para R$ 200 mil. Para verificar o limite, o governo considera o valor final registrado na nota fiscal, já com os descontos aplicados.
Nos carros novos, o veículo precisa atender aos critérios de sustentabilidade definidos pelo programa. A regra contempla modelos flex, elétricos e híbridos a etanol. Para seminovos, são aceitos elétricos ou híbridos flex fabricados a partir de 2024, também com valor de até R$ 200 mil.
O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços informou que a mudança elevou de aproximadamente 63% para 88% a parcela potencial do mercado brasileiro alcançada pelo critério de preço. O cálculo considera dados de emplacamentos da Fenabrave de 2025.
