O mercado brasileiro de motocicletas registrou 171.508 unidades vendidas em fevereiro, resultado que representou uma queda de 3,9% em relação a janeiro. Apesar do recuo pontual no volume mensal, o cenário competitivo pouco mudou no topo do ranking: a Honda segue exercendo ampla liderança no setor. A fabricante japonesa respondeu por 111.880 motos comercializadas no segundo mês do ano, garantindo 65,2% de participação no mercado nacional.
O desempenho confirma a força da marca tanto na rede de concessionárias quanto na capilaridade de pós-venda, fatores decisivos para sustentar sua hegemonia no país. Entre os modelos, a liderança continua incontestável. A Honda CG 160 manteve sua posição como a motocicleta mais vendida do Brasil, com 36.155 unidades emplacadas em fevereiro, consolidando-se como um dos pilares da mobilidade urbana e do trabalho profissional.
A Yamaha aparece na segunda posição, com 22.532 motocicletas vendidas e 13,1% de participação, seguida por um grupo de fabricantes que vem ampliando gradualmente sua presença no mercado brasileiro.
A Shineray ocupa o terceiro lugar, com 11.270 unidades (6,8%), à frente da Mottu, que registrou 9.880 motos (5,7%), refletindo o avanço de modelos voltados ao setor de entregas.
Na sequência, aparecem Avelloz (3.031 unidades e 1,7%), Bajaj (2.562 e 1,49%), Royal Enfield (2.400 e 1,40%) e Haojue (2.145 e 1,2%), além das marcas premium Kawasaki (956 unidades) e BMW (945 unidades), que atuam em nichos específicos de maior valor agregado.
