O segmento de motocicletas iniciou 2026 “nadando de braçada” no mercado brasileiro, reforçando o protagonismo das duas rodas como solução de mobilidade acessível e ferramenta de trabalho em um país onde o trânsito urbano e o custo do transporte seguem em transformação.
Em janeiro, foram emplacadas 178.537 motos, volume que representa queda de 7,5% em relação a dezembro de 2025 – movimento sazonal esperado após o pico de fim de ano –, mas crescimento expressivo de 17,4% na comparação com janeiro do ano passado.
A Honda manteve liderança confortável no mês, com 116.492 unidades emplacadas e participação de 65,2%. A CG 160, sozinha, respondeu por 37.671 licenciamentos, reafirmando seu status de veículo motorizado mais vendido do país há anos, símbolo da força do segmento de entrada.
Na segunda posição, a Yamaha registrou 25.202 unidades (14,1% de “market share”), seguida por marcas que vêm ampliando presença e diversificando a oferta: Shineray (12.920), Mottu (6.067), Avelloz (3.328) e Bajaj (3.006).
Royal Enfield, Haojue, BMW e Kawasaki completam o ranking, evidenciando um mercado cada vez mais plural, com espaço tanto para modelos populares quanto para nichos premium e de lazer.
